Join MultiplyOpen a Free ShopSign InHelp
MultiplyLogo
SEARCH

Alguns Breves Comentários

Noites, noites e mais noites... Os dias se fazem nulos, quando neles nada encena interpretar o que realmente somos, e o que não fingirmos ser. Aquela coisinha ridícula do dia-a-dia de você ter de lembrar constantemente quem é, e quem cultiva ser por tantos anos. Buscando sempre melhorar, sempre ver o que ocorre não apenas com você, mas com todo o núcleo ao seu redor. E olha que "Núcleo" é complicado enxergar. 
Você o vê, mas não é possível tocá-lo;
Você o toca, mas não é possível sentí-lo;
Você o sente, mas não é possível enxergá-lo...
Quase tão complicado, como entrar na chuva sem se molhar. Rsrs Pode parecer loucura, mas faz sentido compreender quando se está assim. Na maré de chove, mas não molha. Ou se entender a ventania simplesmente assopra e ressôa, ou apenas é uma tempestade disfarçada.
Como os 2 gumes de uma faca, as vezes damos murros em sua ponta, e no final você ainda se questiona do "por quê será que perdeu seu tempo fazendo isso?" Ah, eu vou ali dar uma volta, quem sabe não veja que o dia não esteja apenas claro, seu céu não esteja apenas límpido, mas quem sabe não, as nuvens hoje não estejam brincando de formar caricaturas engraçadas e bestas, ou outras leves e sem sentido algum, como costumava a ser nos intervalos do recreio do jardim de infância...
Ainda havia a inocência no meio, ainda era observado o quão frágil nós somos, por mais que estejamos protegidos por uma muralha de universo, ou uma parede simples, de concreto. Observado, era também, ver o quão fácil alguns de nós mesmo ingênuos alimentávamos tão fácil o senso desumano e primitivo de nossos instintos.
Mas ainda assim era bom poder deitar na grama, e de uma maneira lírica e literal, ver a poesia o qual as nuvens e o tempo passava. Sem se preocupar com o próprio tempo, com as horas, ou se isso seria feito de dia ou a noite.
Éramos jovens em matéria, mas não tão cansados em espírito...
Avassalador como só ele é, o tempo jamais irá dizer o quão forte e tão profundo deixou sua marca em nossas entranhas. Entranhas viceralmente espirituais. O quão nosso caráter, ética e moral, foram suficientes para nos manter firmes, evitando que fôssemos todos tolos e fúteis, assim como muitos de nós ainda insiste ser até hoje. Até sempre...
E por quê será que inconcientemente e de maneira ingênua, as vezes, ainda insisto em me preocupar com esse tipo de coisa?? Não faz o menor sentido...
Mas se vivo, que sentido há nisso?
Pode parecer complicado, estranho talvez, mas você entenderia perfeitamente se não enxergasse apenas o seu reflexo, ao se olhar no espelho.
O recreio acabou, devo voltar a crescer por alguns minutos novamente, até o próximo intervalo.

Blog EntryOct 4, '08 9:54 AM
for everyone

As vezes paro pra assistir Tv, e quando, principalmente é chegado esse período eleitoral, aí é clara a visibilidade da explícita maneira em como o governo, e a própria mídia, falando como um todo, é friamente manipuladora e calculista, e usa dessa caixa fenomenal que nos fenota imagem, informação, alienação e claro, a já tradicional e já muito tempo conhecida "Lavagem Cerebral". Lembro que nos anos 80 um grupo aqui de Brasília chamado "Escola de Escândalos" cantava uma música cujo refrão dizia "Lavagem cerebral, preste atenção nos comerciais, lavagem cerebral, tão sutil que você pede mais..."; um contexto simples que diz muito!

É incrível ver que até a estratégia é sempre a mesma, e como a população em massa já foi doutrinada e educada a achar esse tipo de coisa normal, eles não mudam nem uma vírgula do que é imposto á todos nós. Literalmente é um tipo de "mensagem subliminar" direto.

Daí você está lá assistindo há um programa interessante, vendo notícias (Isso claro, aos adoradores dessa caixinha magnífica, eu particularmente não sou muito fã de Tv), e aí vem o abençoado horário eleitoral gratuito... Gratuito??? Como assim? Ele deveria ser pago? Hum... Bom, e se deveria, seria pago por quem? Seria tirado de nossos impostos? Interessante isso, e faz pensar...

Mas o que mais me incomoda nisso tudo, é ver que são poucos os que questionam sobre isso. O Brasileiro tem como mal costuma cultural, não questionar a nada do que lhe é imposto. Nós não nos perguntamos se isso é correto, nós não lutamos pelos nossos direitos, e simplesmente aceitamos a tudo, por ser mais cômodo, e sempre ter aquela esperança (Aos que ainda restam) de que mais cedo ou mais tarde alguém irá aparecer para nos "mostrar a solução". Nós sempre esperamos sentados (Outros dormindo) que alguém apareça para decidir por nós. E aproveitando disso, o governo nos faz de gato e sapato, como bem entenderem.

Chega a soar como um programa humorístico eles ensiando a você de forma simples e didática como fazer para eleger o seu candidato... Aperta dois números ali, caso não se lembre todo, use o n° do partido. Escolha assim, faça assado. Aí vem aquela lenga lenga sobre uma "pseudo democracia". Óbviamente você acredita, é claro, seria um grandioso absurdo pensar na possibilidade de que eles poderia estar cometendo algum tipo de crime, ou que "não votar" não fosse o melhor caminho.

Aí você lembra da linda e magnífica democracia em que toda sociedade vive, e pensa, seguindo as orientações que eles passam a você, que você também pode ter a opção de não eleger ninguém. Depois de toda aquela novela, aquelas ceninhas e interpretações, você é ensinado como "Votar em branco". Você fica maravilhado em pensar que possui o direito de nao eleger ninguem. Pra reforçar a importância do voto, contam pra você toda uma história sem nexo e sem sentido como "direito ao voto": Lhe dizem que "A Democracia opõe-se à ditadura e ao totalitarismo, onde o poder reside numa elite auto-eleita. Dizem que o direito ao voto, protege os direitos de uma classe minoritária da tirania pregada pela elite." E sempre finalizam com aquela frase que há muito já se tornou "clichê": O voto é um direito seu; não abra mão desse direito.

Engraçado o voto ser um direito nosso, e sermos obrigados a cumprí-lo, para que não soframos algum tipo de punição. Será que as pessoas não compreendem que se o voto não fosse tão importante aos itneresses pessoais deles, seria claro que o mesmo não iria ser obrigatório?! Será que as pessoas não enxergam que isso tudo é um jogo de interesses? Fico absmado quando paro pra pensar nisso.

Eles ensinam você a votar em branco, e falam muito por alto que, quando você vota em branco, seu voto vai diretamente para o candidato que está na frente; que possuí o maior número de votos até o momento. Aí eu pergunto a você: "Isso é democracia?" Você não quer eleger ninguém, e só te é oferecido e ensinado a alternativa de deixar um candidato melhor aventurado receber o mesmo, diretamente de você? Ou seja, no final das contas ou você escolhe alguém, ou escolhem pra você. Ainda assim você acredita nessa democracia?

Por quê eles não nos ensinam a anular o voto? Poucas pessoas, incrivelmente sabem que isso é possível. Falo, na classe como um todo. Pois a grande maioria, quer queira ou não, ainda vem a ser as classes mais desprovidas de cultura, educação, e condições sociais. A grande maioria de eleitores ainda é pertencente a classe miseravel, a classe excluída, que vive as margens da sociedade.

Claro que "Votar Nulo" não nos seria ensinado por eles, pois o que eles ganhariam em troca disso? Pelo contrário, perderiam em muito. Pois é lógico que se todos anulassem seu voto, mostrando assim a real e definitiva insatisfação que sentem com esses nossos ditos "representantes", aí alguma coisa de verdade realmente iria acontecer. Pois todos eles começariam a se questionar sobre o fato de ninguém ter sido eleito. E algo prático teria que por obrigação, acontecer a partir daí. Quem sabe desse momento, não nascesse o real direito cívil, e o povo fosse realmente ouvido, no sentido de ser eleito, um verdadeiro representante da classe?!

Se a democracia realmente existe, devoríamos poder utilizala, não digo através da lei, mas através dos nossos reais direitos, como nos dizem, sermos possuidores.

Tanto tempo, tantos anos, desde o período da redemocratização pra cá, e a grande maioria ainda acredita que votando, podem eleger alguém que realmente faça mais e fale menos. Se o vot realmente funcionasse, se não houvesse uma máfia envolvida nisso, se não houvesse falcatrua, as coisas já teriam começado a mudar há muito tempo.

Lohan


Blog EntryOct 3, '08 11:58 PM
for everyone

NÃO FAÇA DE SEU VOTO UMA ARMA!

Para que uma nova forma de fazer política seja colocada na prática é preciso fortalecer laços de solidariedade entre as comunidades e entre as diversas categorias  e trabalhadores, quebrar o isolamento para ganhar as ruas e nos fortalecer por meio da nossa auto-organização. Não acredite nos partidos eleitoreiros nem em seus  candidatos. Somente nossa força somada à dos nossos iguais pode fazer com que seja possível mudar a realidade que aí está, a qual é desfavorável para a maioria das pessoas. Mas fique atento, pois quando nossa auto-organização começar a mostrar resultados, os primeiros a tentar impedir as mudanças que irão melhorar nossa vida serão os patrões e os candidatos que hoje pedem o seu voto.

"Para anular seu voto digite 00, depois aperte a tecla CONFIRMA, em seguida aperte a tecla CONFIRMA novamente. Está anulado!"

"A POLÍTICA É MUITO IMPORTANTE PARA SER DECIDIDA APENAS POR POLÍTICOS PROFISSIONAIS."

Por que anular o voto?

Apesar da Justiça Eleitoral caracterizar o Voto Nulo como manifestação "apolítica", existe um número expressivo de pessoas que se recusam a legitimar o jogo de cartas marcadas em que vivemos. Anular o voto significa discordar desse sistema de “representação”, nos colocarmos contra a transferência de poderes e dizer que não somos indiferentes e apáticos, mas sim que acreditamos em outra forma de fazer política.

"VOTAR NULO NÃO É VOTAR ERRADO, NEM SER APOLÍTICO. É PROTESTAR CONTRA O SISTEMA ELEITORAL."

Todos os dias assistimos às propagandas da justiça eleitoral falando que "o Brasil é tão bom quanto o seu voto" e por isso o voto "é a única forma de não deixar  aus políticos no poder". A idéia é que você tem somente uma oportunidade a cada quatro anos. Por ser muito tempo, então não devemos "vender o voto", por exemplo,
para que "seus amigos, sua família e principalmente você" não sofram as consequências caso um mau candidato seja eleito. É assim que o Estado e os governos jogam a responsabilidade em nossas mãos. Ou seja, se o candidato for corrupto e desonesto, quem o colocou lá fomos nós. Tudo o que podemos fazer é apertar um botão a cada eleição e depois esperar que a próxima aconteça e tudo se repita. Estas são algumas das regras do jogo democrático que limitam na prática as possibilidades de fazer das eleições um momento válido para transformações que interessem às maiorias.

Logo após o período da ditadura militar no Brasil muitos concentraram suas esperanças em alguns partidos políticos que eram identificados como sendo "de esquerda"  e que se apresentavam como os representantes dos trabalhadores. Depois de um longo caminho, estes partidos finalmente ganharam as eleições e assumiram o poder central do país. Após mais de 5 anos, livres das dúvidas e das ilusões, perguntamos: Os trabalhadores e trabalhadoras estão no poder?

QUEM REALMENTE FAZ AS OBRAS: VOCÊ OU O CANDIDATO?

Muito se houve falar que tal candidato fez ou fará escolas e postos de saúde. Ou então que através de parcerias do Poder Público com determinados empresários, muitas obras foram e serão realizadas na cidade. Mas quem realmente construiu as escolas e asfaltou as ruas? Foi determinado prefeito, ou algum empresário? Não! Foram trabalhadores/as como você, seus familiares, amigos e vizinhos. Porém, quem decide o local das obras, como e quando elas serão feitas, são os vereadores e o prefeito, assim como quem lucra com o dinheiro público usado na realização dessas obras são os empresários!

Se tudo o que é necessário para sua cidade é, na prática, produzido e mantido por você e por trabalhadores/as iguais a você, por que é que existe uma minoria de parasitas que decide por nós e lucra com nosso suor? Quem de fato decide sobre a nossa vida? O aumento das tarifas dos ônibus, por exemplo, é aprovado pela Prefeitura e por setores do empresariado em poucos minutos em um gabinete. Mas para tentar impedir tal aumento é necessário que milhares de pessoas saiam às
ruas para demonstrar sua insatisfação, sejam agredidas pela polícia e apresentadas nos jornais como marginais e baderneiras.

"LIBERTE-SE. VOTE NULO!"

Se você e sua comunidade pudessem realmente decidir sobre suas vidas, certamente ninguém lucraria com o trabalho que vocês realizam e com os serviços que
vocês utilizam diariamente. Você decidiria sobre a educação de seus filhos e teria um tratamento de saúde tão bom quanto o que os poderosos recebem quando ficam doentes. Por isso, entendemos que é preciso votar nulo, como forma de protestar e não legitimar a farsa de que o Estado e os especialistas da política servem a todos de maneira igual! Votar nulo e começar a debater com nossa comunidade e colegas de trabalho o que queremos mudar em nossas vidas. É preciso criar novos espaços, onde sejamos verdadeiramente responsáveis pelas decisões e pela resolução dos assuntos que nos afetam, independente dos interesses dos políticos profissionais e dos patrões.

"QUEM O CANDIDATO ELEITO VAI REPRESENTAR: QUEM O ELEGEU OU QUEM O FINANCIOU?"

Os partidos políticos legalizados são verdadeiras escolas de espertalhões, sem qualquer autonomia financeira (são sustentados com recursos públicos e controlados por profissionais que vivem disso). São ambientes onde a fidelidade aos programas e propostas e a coerência nos métodos para sua sustentação é o que menos conta. As campanhas eleitorais, em função de seu custo milionário, são inacessíveis a qualquer candidato que não esteja vinculado de alguma maneira a grupos econômicos empresariais,sindicais ou a alguma máquina administrativa municipal, estadual ou federal.

(Comitê do Voto Nulo)

 


“Os Punks estão em extinção
Hoje é muita distorção
Estão acabando os libertários
Existem muitos sanguinários
Mas não é com violência
Que vamos resolver esta situação
Mas sim redigindo e conversando
Para conseguirmos a solução”

A revolta dos jovens diante ao progresso e a industrialização criou uma revolta individualizada, ou em pequenos grupos os quais se expressaram através da música.

         A partir dos anos 60 passaram a criticar fortemente a sociedade, negando seus valores e tentando criar um estilo alternativo e coletivo de vida. Um estilo voltado ao consumismo, o preconceito racial, as guerras, as violências; e discutindo entre si, temas como: Drogas, sexo, racismo, ecologia, pacifismo e tantos outros.

Por terem uma visão crítica e realista, estes jovens modificaram a cultura de muitos outros, mesmo estando submetidos há um rígido processo de industrialização e comercialização.

         Muito bem representado pelos Hippies, e depois a se repetir pelos Punks no final dos anos 70. Esse movimento foi chamado de “Contracultura”; ou seja totalmente contra a cultura manipulada pela “indústria cultural” transmitidas pelos populares meios de comunicação como: Rádio, televisão, cinema, discos, etc. Imposta propositalmente para a alienação, a exploração, o consumismo e consequentemente o crescimento do sistema capitalista.

         Os anos passam e certas coisas não se modificam; ainda insistem em permanecerem enraizadas como estavam há vários anos atrás. Certos males insistem em reagir, resistir, sobreviver ao passar dos tempos. E por quê? Talvez pelo fato de que a falta de união, e prévia individualização faça alguém deixar a sua luta de lado. Faça deixar a causa o qual acreditou e pregou a sua vida toda, para inconscientemente fazer parte dela: “O seu oposto”. Acaba se tornando exatamente tudo aquilo que sempre foi contra; se perde no meio de sua revolta e rebeldia incontida. Uma década praticamente se passou, e vejo as mesmas modas, as mesmas argumentações, a mesma falta de ideais, ou atitudes práticas e produtivas. Contrário a isso, quando não são jovens de alguma forma chamando a atenção com seus visuais provocantemente “radicais”, são outros que dizem ter aderido a sua causa atos ou feitos, fortemente relacionados ao “ganguísmo”. Não consigo entender como isso pode ser considerado um meio de luta ou “ação direta”, voltada a ideologia Anarquista?! Não acredito que essa forma o qual chamam de “fazer justiça” seja o caminho a ser seguido, ou a melhor alternativa a ser alimentada; ser incentivada a cada vez mais crescer. Pois como seria uma sociedade anarquista, mesmo havendo seus representantes que pudessem repassar as exigências que fossem comum a todos (Sendo porta-vozes de grupos ou comunidades), caso ocorresse um ato ou feito injusto, de repente até desumano, e não houvesse um julgamento ou pena democraticamente decidida por todos? Se ao invés disso, simplesmente chegasse um grupo “na cochia”, e fizessem justiça por si próprios; como seria essa sociedade? Logo deixaria de existir o comum e a paz entre ela; logo seria banida a organização e todo aquele planejamento ideológico há tanto tempo sendo batalhado, acreditado e plantado. Logo esses que ocasionaram a “tal justiça” estariam se tornando os mesmos “que seus agressores”. Logo todo o esforço teria sido em vão.

         Acredito que a ideologia Anarquista, e o Punk sejam algo muito mais além e grandioso do que essa visão distorcida que muitos estão aderindo, em: Gangues, visuais pra shows e farras; se drogando e caindo bêbados pelos cantos, distorcendo e deturpando assim todo o conceito e trabalho que realmente é feito pela causa real, aos olhos dos que possuem o mínimo de consciência em nossa sociedade. Pois mesmo que façamos parte de uma sociedade capitalista, muitos como nós também possuem consciência. E como atraí-los a aderirem a causa, se a essência ideológica lhes é passado dessa forma?

* Alguns trechos iniciais foram retirados do “Fã-Zine” Consciência Anarquista (Aracaju – SE)

C.jyou


A rede alimentícia de Fast Food, “Mc Donald’s”, uma das maiores existentes no mundo, é também uma das melhores em hipocrisia, e em divulgar mentiras de forma a ludibriarem diretamente através da sensibilidade dos povos. Pois sendo uma multinacional, explora as riquezas e mão-de-obra barata de países pobres como o Brasil, transmitindo os lucros produzidos nos mesmos, para seu país de origem, além de beneficiar a especulação do capital financeiro internacional.

Sob o poderio do capitalismo financeiro internacional, o Mc Donald’s representa um dos vários exemplos que poderiam ser citados do domínio norte-americano em países pobres como o nosso.

Esta rede de Fast Food é responsável pela falência de empresas alimentícias brasileiras com sua concorrência desleal, gerando assim milhares de desempregos, além é claro, de venderem alimentos cancerígenos (como a carne de hambúrgueres), que estimulam a obesidade e aos altos níveis de colesterol no sangue.

A mão-de-obra utilizada nesta empresa é explorada sob o exaustivo trabalho por baixos salários e o não pagamento de horas extras em jornadas excessivas. Na estratégia de deduzir o alto custo de impostos com campanhas filantrópicas, o Mc Donald’s lucra no Marketing assistencial, e ganha milhões na venda de outros produtos consumidos além do Big Mac. São milhões gastos em publicidade enganosa anualmente, criando assim uma imagem familiar e acolhedora, ocultando dessa forma a sua verdadeira face. A ação de ajudar instituições filantrópicas é positiva. Inaceitável é que por trás de tal ação se vise o lucro, a destituição da economia nacional, a venda de alimentos nada saudáveis e a exploração da mão-de-obra brasileira.

Abaixo estão alguns dos vários motivos para que a Mc Donald’s seja boicotada:

- Como toda grande empresa capitalista, a rede de lanchonetes Mc Donald’s, precisa de vastas áreas para pecuária, destruindo assim nossas florestas. Possuí aproximadamente 100.000 fazendas dedicadas à criação de gado na Amazônia, ocupando propriedades onde poderiam ser produzidos milhões de toneladas de alimentos em plantações de cereais.

- São consumidos 1300km² de floresta por ano para fornecer papel ao Mc Donald’s, para serem utilizadas em embalagens desnecessárias que acabam nas cestas de lixo. As florestas mais bonitas do mundo estão sendo destruídas num ritmo apavorante, por companhias multinacionais.

- Não é exagero dizer uqe quando você dá uma mordida em um Big Mac, você está ajudando o império americano a destruir o planeta.

- A Mc Donald’s admitiu usar carne criada em terras de ex-florestas úmidas. O uso de terras agrícolas feito pelas multinacionais e seus fornecedores, força as populações locais a mudarem-se para outras áreas e a cortarem ainda mais árvores. O Mc Donald’s é a multinacional que mais usa carne em todo o mundo. O metano emitido pelo gado criado pela indústria de carne, é o principal causador da crise do “aquecimento global”.

- O Mc Donald’s gasta 1,8 bilhões de dólares em publicidade, por ano em todo o mundo a fim de manter a sua imagem de saudável e ecológico.

- O Mc Donald’s explora a produção de grãos de países pobres para alimentar seu gado, enquanto as próprias populações desses países não possuem nem “grãos” para comer, imaginem carne.

- O Mc Donald’s promove a sua “comida” como sendo saudável, mas na realidade é demasiado alta em gordura, açúcar e sal; baixa em fibras e vitaminas.Uma alimentação desse tipo aumenta o risco de problemas de saúde como, câncer, diabetes, artrite e problemas cardíacos, dentre outros. Sua comida possuí muitos aditivos químicos, alguns dos quais são causadores de saúde precária e hiperatividade nas crianças.

- Não se esqueça também que a carne causadora da maioria dos acidentes de intoxicação alimentar. Em 1991, o Mc Donald’s foi responsável por uma série de intoxicações alimentares na Grã-Bretanha, nos quais as pessoas sofreram de graves problemas dos rins. O próprio Mc Donald’s admite que seus Hambúrgueres são 49% pura água.

- Ainda há o desperdício de alimentos que são jogados fora diariamente, em toneladas, devido a um padrão internacional, seus sanduíches são preparados antes do pedido dos clientes e dependendo da demora, são jogados no lixo.

O Mc Donald’s não é ecológico tão pouco saudável, muito pelo contrário. Crianças levadas a arrastarem seus pais, em suas promoções e promessas de distribuição de brinquedos. Quando que na verdade a única intenção é o lucro, seja através da má alimentação, da exploração econômica social e da devastação de florestas, sobre a fome do povo. As campanhas de solidariedade promovidas por esta marca, não possuem o mínimo valor; pois ao mesmo tempo em que ele ajuda uma pessoa com câncer, causa câncer e outras doenças em muitas outras pessoas. O Mc Donald’s não é nada do que parece, e não traz bem algum a ninguém, somente exploração, destruição e morte.

Sejamos conscientes e digamos não a mentira do assistencialismo de fome, miséria e exploração! Boicote a Mc Donald’s, não se deixe enganar por falsos apelos emotivos.

Se você quer realmente ajudar as crianças carentes, procure por instituições existentes em sua cidade; as quais possuam trabalho sério, solidário que visem realmente o auxílio e crescimento humano e solidário, e que realmente necessitem de sua ajuda.

* Alguns trechos iniciais foram extraídos de campanhas promovidas pelo extinto “MPA-DF” (Movimento Punk & Anarquista), e pelo “Fã-Zine” Cabeça Odiosa.

C.jyou


Todos os anos, assistimos as inúteis e faraônicas comemorações de uma independência que nunca ocorreu.

Em nossa “democracia”, ainda sentimos a influência e a inutilidade do poder armado, seja no hipócrita serviço militar obrigatório, nos milhões destinados a compras de armamentos estes que poderiam ser usados em construções de escolas, hospitais e moradias; e ainda na certeza dos militares ainda estarem prontos a qualquer momento para reprimir o povo em manifestações por melhores condições de vida a mando do governo e das elites.

O governo entrega de mão beijada empresas e riquezas naturais brasileiras, além de favorecer multinacionais e grandes grupos econômicos que exploram os trabalhadores e destroem nosso meio ambiente. Seja com privatizações, leis e acordo financeiros.

O terror aplicado em 1964, é um fantasma que persegue o povo até hoje. Constantemente são descobertas as atrocidades cometidas naquele tempo, e ainda há resquícios de sua violência, a sanguinária polícia militarizada (PM) continua torturando, matando e roubando como temos assistido diariamente. Desde sem-terras, crianças, trabalhadores, sem contar seus espancamentos e sua corrupção.

O 7 de Setembro deveria ser visto como o “dia nacional da imbecilidade fardada”; pois onde está essa tão falada “independência” no meio de tanta fome e miséria, como vemos e ouvimos diariamente através dos mais variados meios de comunicação? Quanto mais armas são fabricadas, mais casos de fome e miséria, fora a violência são relatados.

Diga não ao Militarismo! Fim a corporação da PM!

A ordem deveria ser: “Desarmar os governos e alimentar os povos!” Fim ao serviço militar obrigatório! Boicote ao “De$file!” Armas não matam a fome de ninguém.

* Construir um Submarino nuclear custa o mesmo que construir 500.000 casas novas;

* Produzir um avião de combate equivale ao mesmo que instalar 50.000 farmácias em vilarejos;

* Armar e treinar um soldado, custa o mesmo que fornecer educação para 100 crianças.

Pátria Amarga Brasil!

C.jyou


Dia após dia, e normalmente nos pegamos pensando: “O quê que tem de bom nessa cidade? Só vejo tédio, rotina, mesmisse...” Essa pergunta mudou a rotina de muita gente ontem (30-08), em pleno meio de semana, após a realização do tão esperado Show que ocorreu no Sesi em Taguatinga (Gratuito), em comemoração ao aniversário da grande cantora e amiga “Tuka Villa-Lobos”.

Tukita” como sempre estonteante, carismática e divertida, transmitu uma grande e contagiante energia a todos os convidados, amigos e participantes ali presentes no local.

E olha que não foram poucos! Um excelente Show, e foi diversão garantida nessa noite de 4ª. Há muito acredito que Brasília necessita de eventos, ou Shows como esse. É uma opção de variedade que com certeza chama a atenção. É bastante atrativo e trás alternativas de opções quando o assunto em questão é “Entretenimento”. De uns anos pra cá, vejo que esse tipo de coisa anda meio escassa na cidade.

Até aproximadamente os altos de 2001 víamos constantemente (Principalmente aos finais de semana), eventos como este organizados não somente no centro de nossa capital, mas também em seus arredores, como o as cidades Satélites e o Entorno, os quais ocorriam atrações de bandas independentes, regionais e algumas de fora.

O melhor de tudo, e o que era mais interessante aos lhos de muitos, era justamente essa questão demonstrativa que era feita, e principalmente valorizada dos grupos independentes. Pois sempre deixava frizado a todos (em 100% dos casos), que nossa cidade não pode ser conhecida somente como a Capital do Rock, também deve ser considerada sem sombra de dúvidas a: “Capital da Música & Cultura”, devido a grande riqueza artística e autoral desses grupos aqui existentes. Sejam eles de MPB, Blues, Jazz, Bossa (Etc).

Hoje isso além de escasso, é burocrático. Parece que o interesse na divulgação artística e cultural de trabalhos autorais caiu a quase zero. Eventos assim costumam acontecer mais quando temos que colocar a “mão no bolso”, ou quando o “olho de alguém cresce; sempre visando lucro as custas desses artistas.

Quem teve a oportunidade de presenciar o evento, saiu com a plena certeza de que “ainda há esperança” pra música independente de nossa cidade. E quem sabe quando esse movimento (pois é o que isso necessita se transformar logo de uma vez) ganhar força total, não voltemos ainda a ser exemplos seguidos em outras localidades de nosso grandioso país.

O Show da Tuka foi belíssimo do início ao fim sem exceções! Contou também com as participações especialíssimas de amigos (as) como : a cantora Kátia Chamma, o grupo especial, e um exemplo de garra e maestreza a ser seguido Surdosdum & do Ex-Natiruts Kiko Peres. E claro, sua banda maravilhosa formada por: Mike (Batera), Daniel (Teclados), João Paulo (Guitar), Fernando (Baixo), Zizi Villa-Lobos (Backing Vocal), e a mais nova integrante do grupo “Chinchilla”, que mostrou toda a sua arte e criatividade nas Percussões.

O Kiko deu um show de solos de guitarra nas músicas “Cigano”, e no encerramento, com o cover da cantora Rita Lee ainda em seus tempos de Mutantes “Top Top”. A música “Biel” que conta a linda história, e presta uma grande homenagem ao filho do Kiko, um garoto muito especial e exemplo de vida, foi um grande marco na noite; pois emocionou muita gente

A banda estava perfeita, bem ensaiada e super descontraída. O que garantiu a diversão de todos nessa noite de 4ª.

Existe uma forte energia que segue sempre as apresentações que a Tuka faz ou participa! Ela tem o poder de contagiar a todos com uma impressionante naturalidade, e através de sua interatividade, onde sempre executa um contato direto com todo o público! Acredito que isso provenha não somente de sua alma linda e admirável, mas também de sua experiência teatral. Por natureza ela possuí um espírito extremamente jovial; dizem normalmente que ela cresceu, mas seu espírito ainda possui as mesmas qualidades e características de uma criança. Sua forma de ver as coisas, de lidar com as situações são de uma mulher madura, consciente e com os pés firmes no chão, já o seu jogo de cintura pra levar os ânimos sempre adiantes, são totalmente semelhantes ao olhar de uma criança, não por sua inocência, mas por possuir a magia de poder enxergar o mundo onde tudo é perfeito, maravilhoso e novo!

Não tem como conhecer a Tuka, e não se apaixonar por seu carisma, sua humildade e sua alma linda. É uma pessoa extremamente magnífica, divertida e genial!

No final do espetáculo, não podia faltar o famoso hino do “Parabéns pra Você”, que foi cantado animadamente pela platéia, onde se deu o início de toda essa comemoração, e terminou nos bastidores em seu camarim. Contou ainda com a surpresa da presença de sua tia Sônia, a qual, como ela mesma citou emocionada no momento em que foi apresenta-la, foi sua grande musa e inspiradora, quando aos 16 anos lhe deu o empurrão inicial em seus primeiros passos, e constante incentivo em sua vida musical, através de técnicas e práticas vocais. A que lhe abriu os olhos e lhe ajudou a desenvolver seus dons, para o que hoje em dia mais ama fazer que é exatamente cantar.

A organização e produção desse maravilhoso evento, se deu pela grande produtora Mariângela, pela Ana & pelo próprio Kiko Peres.

Vamos torcer e apoiar cada vez mais a idéia, de que mais eventos assim ocorram a partir de breve, com mais freqüência, e aos poucos, vá se tornando cada vez maior e consistente.

C.jyou


Blog EntryAug 6, '07 5:38 PM
for everyone

Não só está próximo a data do tão esperado ensaio, o qual será a estréia no andar da carruagem, de nossa amiga e convidada Aline Mariano (Uninvited) nos vocais do Rota 66. Por um momento tinha a impressção de que essa data não chegaria nunca! (Risos)
Essa semana até que passou rápido, e deu pra adiantar bastante coisa. Eu sabia desde o início que tudo basicamente estava dependendo da conversa com a Jacque. Isso nos segurou bastante. Não tenho culpa do Rota ser uma banda democrática, unida e transparente! (Risos) De forma alguma, ou em nenhum momento podemos deixar a Jacque fora de alguma decisão, avalia, idéia (etc).
Refiz a arte pro cartão do grupo, e já mandei pra todo mundo! Conversando com a Aline essa semana ao tel, ela comentou algo que achei muito engraçado, devido a minha ingênua distração: Ela comentou que a simplicidade do cartão tava bacana e de bom tamanho pra ser usado, mas "O que era Rota 66", aos olhos de quem recebesse esse cartão? (Risos) Morri de rir durante um tempão, pois foi uma simples observação que é a mais pura verdade. Acho que eu não iria me tocar disso nunca! Talvez depois de ter entrgue um milhão de cartões há pessoas diferentes!! (Risos) Tive que refazê-lo o quanto antes, e mandar novamente pra avaliação. Inclementei a observação referente a ser "banda" (Pois poderia se refeir há um site, ou outro trabalho qualquer), e inclementi ainda uma pequena imagina que se refere ao instrumento relacionado a aquele integrante em específico. Achei interessante, vamos ver o resto do povo.

Já tenho uma pré-seleção dos grupos que irão participar do nosso evento de estréia que está previsto pro final de Agosto, até o meado de Setembro (Caso não ocorram novos imprevistos). Baseado em algo que me contaram ontem, vou ter que ir atrás do Renato (Baixo/Askes) pra saber se procede a história o qual diz que a banda encerrou todo seu trabalho no Show da Plebe, no dia 16 de Junho, no evento do aniversário da Administração do Lago Norte. Não teve como negar que fiquei bastante surpreso, pois não consigo imaginando o Askes terminando assim de uma hora pra outra! Uma banda que tive tanto orgulho em divulgar, indicar na participação de eventos (etc) por sempre ter admirado o trabalho deles. Nos tempo onde o Site do Aversão já se referia a cultura, são mais somente ao grupo, eles eram uma das bandas mais procuradas que tinha. O que me fazia cada vez mais me sentir realizado em ter feito uma parte bem pequenina na história deles. Mas isso pra mim, já foi uma grande conquista realizativa. Em fim, vou verificar isso essa semana, pois se realmente a informação poceder, terá que ser escolhido um outro grupo pra preencher o espaço. Os dois mais próximos seriam "O Dona Rubina" & o "Mytrhill".

4 bandas estão confirmadas; faltam só duas e a veracidade dessa história. Meio mundo já está andado (ou começando a andar com passos um pouco mais longos); mas isso não quer dizer que o trabalho está longe de acabar! (Quem dera)
Uma das coisas bacanas, é que, pelo que andei conversando com o grupo, a maioria concordou com as colocações que apresentei no início da semana após a conversa com a Jacque. O Set está ficou fechado em 14 músicas pra teste; como já chegou a ser comentado,  nesse próximo ensaio iremos passar a cronometrar as músicas e ver o total de tempo que elas possuem. Pra ver se há a real necessidade de remover algum ou não. O nº de músicas a serem tocadas, sempre foi uma preocupação do Joabes. Ele é a favor de um nº mais reduzido um pouco, de músicas em uma apresentação. Isso já vem desde os tempos de Aversão, num período que ele havia regressado ao grupo. Como a Aline comentou, isso não é algo que pode se dar como "um padrão". Tem que ser analizado antes de qualquer coisa o tipo de evento em que o grupo irá participar. Como por ex: Se é um show próprio, ou um show com outras bandas. Nesses dois exemplos completamente diferentes citados, há de ser avaliado. Num show próprio seria exigido até um número maior de músicas a serem tocadas, já em participação com outras bandas e um tempo de 25/30min teria que ser um Set menor. Outro ponto tem que ser levado em consideração seria o tempo em que cada música possuí; e nas nossas só temos uma que possuí aproximados 6/7min, e uma com 3/4min. Todo o restante é em média 2/2 min e meio. O que dá pra avaliar como opinião inicial que 14 músicas está de bom tamanho. Tiraremos as conclusões defiinitivas nesse ensaio de Domingo. Mas acredito que vá ficar isso mesmo. A todos que comentei que já estávamos passando 9 músicas no ensaio, ninguém havia notado ainda. (Risos) A reação foi a mesma pra todos: "Sério, 9 músicas?" (Risos) Vamos ver no que dá.

Uma gripe me atacou e me deixou sem voz essa semana; fiquei semi-rouco, mas tive que me cuidar seriamente pra ver se até Domingo já está tudo normal né?! Afinal vou precisar da minha voz pro ensaio. Bio Rose já confirmou sua presença pra assistir a esse ensaio, e tirar suas próprias conclusões de como está o som da banda. Imagino que do ponto de vista dele, vai ser formada uma opinião bem interessante. Pois ele acompanha esse projeto desde a fase "pós-início'. Ele começou a acompanhar da 2§ fase até os dias atuais. E como ele conheceu 2 das meninas que já foram vocais no Rota 66 (Amanda Eagler & Ana Brown), poderá dar aquela opinião "X" que curto bastante; pois e de alguém de fora. E sendo assim, dá pra ter uma noção quase de um ponto de vista geral, de como outras pessoas vão reagir ao nosso som.

A noite ocorreu o show da minha grande amiga e irmã Tukita Villa-Lobos. Estava ansioso pra esse evento no Art Garage, pois seria o primeiro show que veria dela. E tava curioso em conhecer, e saber como é a coisa toda ao vivo. Pois aifinal de contas sou fã do trabalho dela desde a primeira que ouvi uma música sua (que por ironia foi Liberdade - Música esta que se tornou especial pra mim, e é a que mais curto de seu trabalho), isso nos tempos iniciais do Rota 66, quando ela foi cogitada a participar da família Rota 66. De quebra no evento acabei conhecendo através dela mesmo duas figurassas: A tão popular produtora Mariângela Marques (Organizadora do Projeto Art Garage), e sua Acessora e "chefinha" (Risos) Ana. O melhor de tudo, é que como a Tuka, as duas são gente finíssimas e admiráveis. Conversamos bastante sobre projetos, trabalhos, sobre o andamento do Rota 66, pois as duas se mostraram bem interessadas em conhecer nosso trabalho, e também sobre música. Acho que o assunto mais discutido nessa noite com a Ana foi em relação a trabalhos independentes, juntamente como tem andado a cena hoje em dia. Aquela história de que todos já estão carecas de saber que o Rock anda meio que perdendo sua identidade em meio há tantos enlatados, e genéricos que vem surgindo desde o final dos anos 90. Se você for parar pra anailsar, existem milhões de bandas e trabalhos bacanas e espetaculares na cena underground independente, mas não são conhecidos ou então são pouco divulgados. Em eventos você costuma ver uma coisa ou outra que chama atenção. Em sua maioria são trabalhos covers, bandas com potencial, mas sem personlidade ou características que se fassam ser suas identidades e referência. Sem contar o fator "Concorrência" e a velha e amaldiçoada disputa por espaço, (e não pelo espaço como deveria) entre as bandas da cidade. Principalmente no plano piloto. No entorno e cidades satélites as bandas são mais unidas, organizam seus próprios eventos, dividem tarefas e obrigações, pelo simples prazer em tocar e divulgar material. No plano vemos tanta gente ou grupos que possuem grandes ferramentas, recursos de acesso, mas não conseguem se organizar pra fazer um simples evento, uma apresentação qualquer por prazer a cultura da cena, como víamos no início pro meado dos anos 80. Falta união entre essa galera.

A Tuka apresentou um Set com 17/19 músicas, em sua maioria os grandes sucessos da rockeira Rita Lee. Apresentou também 3 músicas de sua autoria, que foram fonomenais. E me assustou a naturalidade e forte presença que ela possui em palco. Aquela coisa de brincar, atrair a atenção, cativar o público a partcipar. Foi bem divertido. Quem estava ali presente com certeza não vai esquecer de como foi bacana esse evento. A Mariângela e toda a organização estão de parabéns pela desenvoltura do projeto. Teve um carinha que abriu o evento com voz e violão (e a participação do Mike na Batera, e do Pedro no Contra Baixo, ambos músicos da Tuka), onde interpretou alguns sucessos como: Pais & Filhos (Legião), Fátima (Aborto Elétrico), Tudo que vai (Capital Inicial) dentre outros.

A apresentação em si de-se por iniciada a aproximadamente 22:00, e correu até as 3:00 am. Haja folego!
Fora a Tuka, teve também a participação do grupo "Dentadura Postiça", o qual Tika (Vocal do grupo fez um tributo ao "Raul Seixas". Seu trabalho é voltado ao cover deste considerado o pai do Rock Brasileiro, e sua interpretação estava espetacular. O cara é bem fiel nos minimos detalhes de interpretação ao ídolo. E não e a toa que o grupo é popularmente conehcido na cena musical de nossa cidade. 

O Set desse próximo ensaio será:

1- Welcome to 80'ths Years
2- Dúvidas
3- Sempre a Mesma Queda
4- Dia-a-Dia
5- Terra de Ninguém
6- Brasília (Plebe Rude)
7- Popularidade (Escola de Escândalos)
8- Luzes (Escola de Escândalos)
9- Se o Tempo Voltasse (Marcão Adrenalina - Detrito)

C.jyou


Blog EntryAug 6, '07 5:37 PM
for everyone

Acho que eu não imaginava que toda essa história de correr contra o tempo, quando comentei isso com o grupo, poderia ser tão corrido mesmo! (Risos) Tenho me perdido de vez em quando, pra onde ir, o que fazer, ou o que tem que ser feito, em certos momentos essa semana. Tenho distribuído meu tempo em estudo, manter contato com organizadores de eventos, o desenvolvimento e elaborações de artes pro grupo, trabalho com imagens, envio de zilhões de e-mails, liga pra fulano, retornar chamada pra beltrano, e ainda repassa pro grupo... Putz! Tá sinistro!! (Risos) Mas é assim mesmo! Nada que um bom esforço e um grande desgaste não traga bons resultados de colheita do plantio! Só estou tendo que me habituar a essa rotina esmo; depois de adaptado o resto será mais tranquilo. (Espero...) Já repassei todo o decorrer da conversa que tive ontem com a Jacque pro grupo, e agora estou no aguardo das respostas. Deixei bem claro que a necessidade da resposta é urgente; afinal de contas, grande parte do que conversei com a Jacque, necessita começar a ser agilizado o mais rápido possível; como fechar o Set List, confirmar com as bandas que forem selecionadas (Algumas até já estão confirmadas), Local e Data do evento. A ansiedade vai a mil por hora nesse delicado momento de espera! Já facilitei a vida do povo fazendo o encaminhamento de todas as músicas e cifras do Rota (Pra desencargo de consciência); pra que dessa forma já possam ir praticando, treinando e decorando o quanto antes. Fiz algumas pré-finalizações em relação as artes, como: as da blusa, o cartão, a logo marca, e a da marca do Rota. Também já mandei todos pra avaliação. O release foi adaptado pra entrada da Aline. (E já foi repassado)

Já andei fazendo pesquisa em relação aos pacotes e como funcionam as gravações hoje em dia. A conclusão que cheguei foi bem básica; pois todos eles estão saindo aproximadamente o mesmo valor. (Salvo o Bateras Beat que é o mais caro de todos ate agora)
Os estúdio estão cobrando em média o pacote de 10 horas, R$250. O engraçado é que nos últimos 10 anos, o valor do pacote só aumentou R$50 pilas. Na época da gravação do Aversão saiu aproximadamente o mesmo valor. Aproveitei também pra verificar o valor de alguns estúdios na Asa sul; é difícil achar telefone de estúdio na Asa sul, pra ensaio. Vu ter que recorrer a Lista telefônica, pois pela net só encontrei o tel de 2. Um já liguei e achei caríssimo R$25 a hora de ensaio; o outro vou ligar na 2ª feira.

Nosso próximo ensiao irá ocorrer no Estúdio Trampa (207/08n), na tua popular e conhecida "Rua da Informática". Irá ocorrer no dia 05-08 (Domingo), de 13:00 hr ás 15:00 hr. Horário doido, mas era o que tinha! (Risos)
A ansiedade se relaciona com o resultado da espera, e isso mata!!! (Risos) Há a curiosidade, e o certo nervosismo em saber se tudo vai correr certo, se vai sair do jeito que esperamos; afinal agora estamos com uma nova vocal e amiga. Pelo que tenho visto, e pelo certo acompanhamento que tenho feito de leve, a Aline tem se mostrado bem dedicada e esforçada mesmo no projeto. Nas vezes em que conversamos, ela costuma comentar algum ponto em especíico dentre uma música ou outra, sugestão, idéias etc. Isso é um bom sinal, e também mostra o quão está se empenhando na idéia. Isso é de extrema importância pra todos nós; pois adianta todo o processo, e evita não só atrazos em algumas execuções, mas tambem evita imprevistos! O mais difícil é conseguir juntar o grupo pra conversar sobre certas coisas. A vida de todos é muito corrida, salvo uma exceção ou outra. Então o que dá mais trabalho é conseguir deixar todo mundo a parte das oportunidades que nos aparece, e também da obtenção de respostas sobre certas coisas que são necessárias serem aprovadas por todos. Aí sim o bicho pega! Pois quando não consigo contato por tel ou cel, mando e-mail, e nem sempre o povo acessa a net com tanta facilidade o quanto deveria né?! (Risos) Mas nesses casos procuro ficar no pé, daí com um pouquinho de pegação no pé a coisa começa a andar! (Risos)

Uma das coisas que acho engraçada, é o fato do grande amigo Fábio (Bio Rose) ainda estar sem acreditar que vamos gravar uma música sua. Ele sempre comenta que a ficha ainda não caiu direito pensar na possibilidade de uma banda ou alguém gravar algo seu. Até na questão de que ainda não consegue visualizar alguém representando um trabalho seu. Há 1 ano atrás aproximadamente eu vivia dizendo pra ele que mais cedo ou mais tarde iria fazer algo em cima daquela música que ele tinha me mostrado uma vez (Anjo da Guarda). No dia em que resolvi sentar, ouvir a gravação que ele tinha me passado, e assim começar a desenvolver algo, a nova melodia saiu em menos de 15 min. Foi bem direto! Isso por que ainda não paramos pra definir as idéias com todo o grupo. Só foi passada uma vez a nível de conhecimento da música. A letra é simples, mas de um conteúdo muito rico e prerrogativo, o que possibilita moldar da melhor forma possível; trabalhar; desenvolver; dar mil e um formatos diferentes. E o mais gostoso numa música é exatamente isso; você ter a chance de viajar, e se empenhar em algo bem bacana. Se toda música fosse tranquila assim, tava bom demais! á músicas que exigem um pouco mais de trabalho, devido a proporção da forma em que ela é passada. Algo do tipo: Nem sempre uma música que trate de um conteúdo completamente político, ficaria boa se sua melodia fosse lenta. Há casos e casos, e essa música do Fábio posso dizer que é uma quase "Exceção da Regra".

C.jyou


Blog EntryAug 6, '07 5:36 PM
for everyone

Desde o último ensaio do Rota com a Jacque, no período em que a mesma necessitou entrar em "Licença Maternidade" (Risos), estávamos tentando agendar uma conversa a nível de informação e acompanhamento dela em relação as ocorrências e ocasionalidades em relação ao grupo, e também pra definirmos algumas coisas, mas devido a imprevistos e falta de tempo essa conversa não saia nunca. Até que finalmente na terça feira passada (31-07) conseguimos agendar pra ter essa conversa a noite.
O bom nisso tudo também foi ter matado saudade dessa menina o qual todos admiram! Tratamos de vários tópicos os quais já estavam sendo acumulados em uma grande pilha de papeis; parecia que essa pilha não iria parar de crescer nunca! Ela pôde ver o quanto certas coisas estavam sendo acumuladas nesses últimos tempos, devido o atrazo dessa conversa. Distribuí em vários tópicos os planejamentos e Historyboards relacionados ao evento de estréia do grupo (Pelo menos o que lembrei na hora; pois como planejamos a conversa no dia, quase na hora em que nos falamos pela internet; eu não estava com o material o qual constavam todas essas informações, em mãos. Com isso tive que usar a cuca mesmo.), tudo o que foi lembrado anotei num bloco e comecei a lhe explicar.

O ponto inicial foram as bandas cogitadas a participar desse evento. Estava com um total de 11 nomes para serem selecionados. Todos eles, claro, de alguma forma nos ajudaram nesses últimos 4/5 anos do nascimento de toda a idéia. Portanto, 6 nomes teriam que ser escolhidos, em relação a opinião de todos do grupo; um processo de "semi-votação". Foi sugestão da Jacque ser um máximo de 6 bandas participantes nesse evento; afinal poderia acabar ficando algo monótono e cansativo aos participantes ouvintes, caso fosse feito algo super prolongado e duradouro. Quem sabe mais pra frente não tenham mais e mais bandas, dando certo um outro projeto de um Semi "Mega Evento", que durasse 2 dias (Final de semana), e tivessem em média um total de 12 bandas cada um. Algo que começasse a tarde, tendo seu término somente a noite como foi um evento que participei com o Aversão em 1999 no Parque da Cidade. Foi bem interessante, e foi apresentado os mais diferentes estilos e grupos nessa ocasião. Os nomes cogitados foram: Lili Ava Vour, Aversão, Askes, Ana Brown, Pazmmo, Colina, Loro Jones, Amigos do Véi, Dona Rubina & Mythrill; mais as participações eséciais.

O 2º tópico o qual tratamos brevemente, foi o Set List pra esse show. Sugeri um Set onde teria: 5 Covers & 9 Músicas próprias. Grande parte de nossas musicas, não ultrapassam 2min e meio. E acredito que 14 músicas é uma quantidade bacana pra uma apresentação; oferece também a oprotunidade de distribuir bem o que vai ser apresentado: Músicas pesadas, mais lights, e os covers. O que ficou pré-determinado nessa questão foi que a partir do próximo ensaio, iremos cronometrar as músicas, pra ter uma idéia real do tempo em que todo o Set possuí. Pois no ensaio passado passamos 9 músicas em aproximadamente 15min. Em um evento com bandas, normalmente cada uma se apresenta num período de 40min a 1hr, se tocarmos poucas músicas, pode ocasionar de sairmos do palco antes do tempo limite oferecido. Pois não vai ter discurso que dê 20min pra ocupar o tempo! (Risos)

O 3º tópico foi a questão das blusas. Havia já mandado por e-mail as artes que havia bolado pra confecção das mesmas, e já havia sido aprovado por todos. Ela achou que se deixássemos imagem na frente (era a idéia original), poderíamos ter um grande gasto inicialmente, e que com certeza, nos seria desnecessário. Sendo que ao invés disso, poderia ser feito algo direto e objetivo, com um gasto bem menor. Então fiquei de pensar em algo diferente pra parte frontal da blusa, e depois lhe mandar pra avaliação. Ou mesmo, pensar na possibilidade de pegarmos alguém que tenha a habitualidade de fazer arte-final; alguém que trabalhe diretamente com isso, para desenvolver alguma ideia pra esse preenchimento. Isso também foi uma sugestão que ela deu, que também soou bem interessante.

O 4º Tópico tratou especificamente da seção de fotos do gupo. Não pensando no fato de que ainda não possuímos fotos de todo o grupo junto, somente temos dos integrantes, individualmente, mas também que servirá para o planejamento do encarte (Que aos poucos já está sendo elaborado), e outros tipos de divulgações  ou artes que venham a necessitar serem feitos. Essa parte ela achou mais tranquilo, faltando apenas cofirmarmos dia e local. Cheguei a lhe passar algumas idéias que havia pensado quanto aos locais pra essas fotos. Pensei em 6 locais a princípio, sendo que alguns deles, somente alguns pontos em específico seriam tiradas as fotos.
Acertamos também sua participação nos eventos, a quantidade de musicas que irá cantar, e as produções que possui interesse em fazer. Já está com carta branco pra algumas finalizações e grande parte das decisões em relação ao grupo. Somos bem democráticos em relação a isso, e é interessante que mesmo não participando diretamente do grupo na questão de vocal, ela está diretamente participando de uma outra forma; desempenhando outras atividades; fazendo outros tipos de direcionamentos, voltado diretamente a sua área.

O último tópico desse dia foi a questão das gravações de algumas músicas. Já havia conversado isso no ensaio passado com o Joabes, pois estava com a idéia de gravar 4 ou 5 músicas, simplesmente pra poder divulgar. Pois bastante locais os quais procuram bandas pra se apresentar, sempre pedi material pra conhecimento e avalia da sonoridade dos mesmos (o que é mais do que normal). E sem dizer que estava sem noção nenhuma de quanto estava saindo gravações por canais, como funciona hoje em dia etc. Uma coisa engraçada em relação a isso, é que eu não sabia que havia mudado o termo técnico quando se fala em gravar por instrumentos separados. Pelo menos até um certo tempo atrás, se comentava em "Gravar por Takes separados", hoje em dia se diz "Gravar por canais". (Risos) Morri de rir quando me corrigiram em relação a isso. (Risos) Ela comentou possuir um amigo que tem estúdio, e que as gravações lá são bacanas. O pacote com 10 horas sairia a R$250; já a hora de gravação sai em média R$30. Fiquei de repassar tudo que foi passado ao grupo, e ver se todos estão de acordo com tudo o que foi conversado.
Tive em média 5min pra responder se o Rota poderia participar de um evento no dia 1º de Setembro no Landscape. (Risos) Pois a pessoa responsavel na organização desse evento estava falando com a Jacque um pouco antes de eu chegar; e pelo o que foi comentado, ele necessitava fechar a lista dos grupos pra ontem. Com toda certeza, e uma certa insegurança, disse que não dava. Afinal o set ainda não estava fechado, e nosso ensaio com a Aline correrá somente no Domingo. Basicamente dependeria de tudo nesse ensaio ocorrer bem. Hoje em dia já é mais fácil tomar decisões difíceis num prazo mínimo de tempo! (Mesmo sendo Libriano; com o tempo agente aprende! - Risos)

C.jyou


Blog EntryJul 30, '07 2:05 PM
for everyone

Finalmente voltamos a ensaiar (dessa vez por definitivo); já não agüentávamos mais tamanha ansiedade. Bom, ouve ainda um ponto dessa ansiedade que não foi suprimido... Decorrente há um pequeno imprevisto: Nossa amiga Aline ficou resfriada nesse final de semana, o que levou ela a não participar desse ensaio como vocal; mas compareceu como ouvinte. Bom que apesar dos pesares, ela pôde ter uma idéia concreta e analítica do som e estilo prático do Rota 66. Esse ensaio ocorreu ainda no mesmo estúdio: O Estúdio da Rua 08 (Do grande Sérgio - Figura finíssima!); e foi de 14:00 hr ás 16:00 hr. Começou um pouco tarde devido há alguns pequenos atrazos decorrentes há alguns pequenos imprevistos.

Os vocais foram passados por mim mesmo. (Risos) E não pense que isso foi fácil! Apesar de que por ironia, achei minha voz nesse ensaio mais encaixada às músicas (não gosto de ouvir minha voz normalmente, mas hoje achei diferente); talvez a idéia de não perdermos tempo, ou de não termos deixado de ensaiar apesar do imprevisto ocorrido, tenha influenciado. O Joabes é que pilhou dizendo que deveria tentar levar mais as músicas dessa forma. (Só o Joabes mesmo – Risos)

A ausência dos ensaios nesse intervalo que tivemos de um mês e meio, teve clara evidência no momento em que certas músicas foram passadas. Mas no fim deu tudo certo e conseguimos passar todo o Set e fazer as devidas correções nessas pequenas falhas. Tocamos aproximadamente cada música, de 2 a 3 vezes, e o bom é que entre os integrantes sempre rola uma sintonia bacana, isso é o que sempre foi de mais produtivo no grupo! Pois as músicas no final das contas acabaram redondinhas novamente. Uma opinião unânime, é que as melodias estão 100%, só temos que continuar nessa dedicação e empenho, e claro, a primordialidade na presença do vocal feminino, para concretizarmos o show de estréia para o fim do mês de Agosto, como está programado até 2ª ordem. Não acho difícil de conseguirmos atingir esse objetivo. O Joabes pensa da mesma forma.

O que foi também bem importante, foi que tanto antes do ensaio, como após, consegui colocar alguns pontos de planejamento e direcionamento do Rota pro Joabes, e ele concordou 99% com tudo. Ou seja, já são 3 opiniões a favor (O Mike, a Jacque e o Joabes já estão por dentro do Historyboard da Banda); falta agora somente as opiniões do Bil e da Aline.

Já temos alguns possíveis locais pra executar este evento que firmará a estréia do Rota 66, que terá a participação de bandas amigas, que contribuíram de alguma forma para o amadurecimento e crescimento do tão dito “Projeto 66” (Nome dado no período do nascimento das primeiras idéias relacionadas ao Rota há alguns anos atrás). Contará também com algumas participações especiais. E uma das mais cogitadas, é a da Mariana, uma grande vocalista (e que sou um grande fã), que sempre desempenhou ótimos trabalhos desde quando comecei a conhecer seu envolvimento com música na cena Underground Paulistana.

Nossas atenções nesse momento estão voltadas a dois pontos: Ao ensaio e a vocalista. Esperamos que a Aline (nossa vocal convidada a participar dessa empreitada), encaixe logo em primeira instância nesse ensaio que já está confirmado pro Domingo que vem (05-08), no Estúdio Trampa (207/08n), da mesma forma que ocorreu com nossa amiga Jacque Bittencourt. Pois rolando a mesma sinergia, sintonia e naturalidade ao trabalho, o resto será tudo conseqüência. E assim poderemos começar a colocar em prática e assumir todos os compromissos e oportunidades que estão nos sendo oferecidas. Se tudo ocorrer bem nesse ensaio, já partiremos pra 3ª etapa do projeto que será a gravação de 3 ou 4 músicas para divulgação. A última etapa é o registro de nossas músicas, na gravação do nosso disco de estréia. Essa semana possivelmente estarei fazendo uma pesquisa em alguns Estúdios; os dois primeiros serão: O do Loro Jones, e o de um velho amigo de Taguatinga, o Ed do ME Estúdio. Não sei se vai se lembrar de mim (Risos), pois já faz alguns anos que perdemos contatos naturalmente, mas como já conheço o trabalho dele, e inclusive já fiz gravação de um antigo trabalho nesse estúdio (que por sinal ficou de excelente qualidade), também estarei obtendo algumas informações de como funciona todo o processo (Valores, Pacotes, Datas, Mixagens & Masterizações etc). Quando se conhece a pessoa e o profissionalismo dela, fica mais fácil fazer um excelente trabalho né!? Rola uma naturalidade e liberdade maior para desenvoltura e andamento do projeto.

Ás músicas pra divulgação ainda não foram decididas, mas já temos duas fortes indicações que são: Anjo da Guarda (Letra do Bio Rose e melodia minha, que foi adaptada) & Dúvidas (Joabes).

Nesse ensaio mantivemos o Set:

1- Welcome to 80'ths Years (Instrumental)
2- Dúvidas
3- Sempre a Mesma Queda
4- Terra de Ninguém (Frango)
5- Brasília (Plebe Rude)
6- Popularidade (Escola de Escândalos)
7- Luzes (Escola de Escândalos)
8- Se o Tempo Voltasse (Marcão Adrenalina - Detrito)
9- A Estrada

Deixamos de fora apenas a música “Dia-a-Dia”, que é uma das músicas próprias, pois demos prioridades nas outras as quais já estavam sendo ensaiadas com a Jacque, e como a Aline não pôde cantar nesse ensaio, os vocais principais serão feitos por ela; por isso abrimos mão dessa.

Outro destaque interessante foi a passagem de uma outra música do Joabes “A Estrada”; esta também pertencente aos tempos de seus antigos trabalhos no “Acervo” & “Ventos Cardíacos” (Este 2º fiz parte por um certo período tocando violão). Cito esta música como destaque, pois como foi a primeira vez que tocamos “Dúvidas”, a impressão que foi tida no momento é que já tocávamos ela há anos! A naturalidade e sintonia de todos é realmente algo que sempre vai me impressionar!

O povo sempre acha engraçado quando comento isso; e como não achar?! (Risos)

Conversamos um pouco com a Aline, e ela a princípio se mostrou interessada no projeto, comentou ainda ter tido uma noção e visão melhor do nosso trabalho depois de ter presenciado o ensaio; pois algumas das músicas que havia mandado pra ela, foram gravações caseiras, somente com Voz & Guitar, então não da pra ter uma noção real de como as músicas são, e nem do potencial que elas podem oferecer. E isso era o que mais estava me preocupando anteriormente, afinal, ao ouvir uma música de uma gravação que ela fez do grupo “Pretenders”, vi que ela já possui uma desenvoltura que soa mais profissional. E o Rota ainda está na fase “Underground” né?! Ou seja, acredito que pra dar certo, tem que ser “Amor a primeira Vista” ao conhecer o som, ou mesmo ver a possibilidade de que aquele trabalho possa trazer-lhe bons frutos.


C.jyou


Blog EntryJul 23, '07 3:27 PM
for everyone

A semana passada foi de uma certa forma corrida (Essa vai ser mais ainda...); não só pelos afazeres cotidianos do serviço, mas também pelas providências tomadas em relação ao Rota 66. Muita coisa foi agilizada, correria mantendo contato, já pra alguns eventos, uma certa avalia e organização também dos andamentos relacionados a banda. Questões de Set List para o próximo ensaio; alguns contatos que foram mantidos com alguns dos convidados cogitados a participarem do show de estréia (que graças a deus até agora todos tem aceitado – o que particularmente me trás uma grande satisfação, e um forte sentimento de realização também). Mas até que saia o 1º ensaio que já está previsto para o Domingo que vem (29-07), no bom e velho “Estúdio da Rua 08”, não dá pra ver muita coisa nessa questão de “correr atrás”. Ainda há algumas rédias prendendo esse outro lado. Pois pra ver questão de apresentações, e também pro convite de alguns convidados em específicos, é necessários que tenhamos algum material gravado. Pois é o que vai servir como o demonstrativo e portifólio da banda. Andei tratando sobre isso também com quase toda a banda, e todos foram a favor em gravarmos pelo menos 3 ou 4 músicas “soltas”, ao invés de irmos para estúdio já registrar o disco todo (o que estava planejado até 1 mês atrás). Sendo assim gravaríamos o disco através de partes, sendo a primeira (essas 4 músicas) já para divulgação. A princípio essas músicas serão: Sempre a Mesma Queda, Dúvidas, Terra de Ninguém, Anjo da Guarda (&) ou A Árvore da Maldição.

Conversei previamente essa semana com a Jacque, já pra deixar a par da decorrência do projeto, e sobre alguns planejamentos organizacionais em relação a produção de um evento; pois ela já possuí experiência nessa área, o que com certeza pode contribuir com ótimas idéias em relação ao que já está programado. Ela amou tudo o que foi colocado, como citou adorar a possibilidade de produzir o show de estréia do Rota, com bandas amigas e convidados. Essa semana irei manter contato com a Mayra pra pegar alguns conselhos em relação a esse show.

Ás músicas desse próximo ensaio serão:

1- Welcome to 80'ths Years
2- Sempre a Mesma Queda
3- Dúvidas
4- Brasília (Plebe Rude)
5- Terra de Ninguém
6- Popularidade (Escola de Escândalos)
7- Luzes (Escola de Escândalos)
8- Se o Tempo Voltasse (Marcão Adrenalina - Detrito)
9- Dia-a-Dia

Com exceção de “Dia-a-Dia”, todas as outras já estavam sendo ensaiadas com a Jacque; “Welcome to 80th’s Years” que é nossa Instrumental, & Dúvidas, que é cantada pelo Joabes, podem se isentar da lista para Aline, que é nossa vocal convidada, e tem se mostrado super empolgada com essa nova empreitada em participar do Rota. Serão 6 músicas então que ela irá cantar, sendo que a maioria, possuem dois vocais. Ou seja, não terá muito trabalho pra pegar as músicas; falando de um modo geral.

É até provável que deixemos de tocar uma música ou outra, mas acho um pouco difícil. Tudo basicamente vai depender da sinergia que rolar no momento desse ensaio. Estamos todos ansiosos, e desde o anúncio da entrada dela, estamos com grandes expectativas em relação a esse Domingo.

Essa semana também rolou uma conversa com o Bio Rose, e já estamos especulando em voltar o desenvolvimento de nosso antigo trabalho com site. Só que dessa vez seria o inverso de como ocorreu quando desenvolvemos o site da minha antiga banda o “Aversão”. No início a idéia era ser o site da banda, e dentro de 1 mês e meio a coisa começou a crescer tanto, que fomos quase que obrigados a mudar a proposta, convertendo o mesmo em um site cultural. Agora, a idéia é: Ser o site da banda (Rota 66), com alguns tópicos culturais; parte dos que utilizávamos no Aversão. Como: Shows, eventos, teatros, trabalhos independentes etc. O Fábio (Bio Rose) está bem empolgado com o fato de que vamos gravar uma música sua (Anjo da Guarda). (Sempre disse que um dia faria algo em cima daquela música – Rsrs)

C.jyou


Blog EntryJul 20, '07 4:29 PM
for everyone


É passado um certo tempo, e eis me aqui novamente, como sempre dando seqüência e rumo aos registros decorrentes ao “Rota 66”.

Já se passaram exatos 1 mês e 17 dias desde o último ensaio do grupo; o problema, é que seus integrantes estão movidos à grandes ataques de "ansiedade e empolgação", e é justamente aí que o gás não pode acabar, e o ar não pode morrer! Mas o que aconteceu pra ter ocorrido esta pausa tão brusca e inesperada? (E olha que não são poucas as pessoas que tem me perguntado isso) Tá bom, tá bom, eu explico!!! (...) (Risos)

Bom, como eu já havia citado anteriormente, nossa grande amiga e vocalista Jacque, teve que tomar alguns cuidados relativamente “especiais”, se tratando de sua saúde durante a sua gestação; pois a gravidez ocorreu num período onde ela se encontrava um pouco debilitada em sua dieta alimentícia. Claro que voltamos todas as nossas atenções aos cuidados que deveriam ser prestados para solução desse pequeno imprevisto.  Eu escalei a Tuka Villa-Lobos e mais uma equipe de elite (como meu irmão o Hakira) para pesquisar sobre dietas ricas e saudáveis para estabelecer todo conteúdo produtivo do organismo (O Hakira é mestre nisso - Japonês é foda!!!). E em uma semana aproximadamente já possuía em mãos uma bateria de dietas as quais ela deveria seguir para o estabelecimento e equilíbrio novamente de sua saúde.

Isso ajudou bastante, pois já está tudo praticamente normal, o único porém, que foi resultado desse período, foi a questão de: Devido a recomendações e algumas restrições médicas, ela foi impossibilitada de executar alguns afazeres que antes era de sua rotina habitual. Festas, farras e locais fechados com grande execução sonora tiveram que ser cortadas de seus planos até o nascimento de seu filho. Com isso “Tivemos que cancelar os ensaios”! (E olha que isso não foi nada fácil)
Antes de todo esse certo imprevisto, ela já havia sugerido que continuássemos à ensaiar sem ela, para que dessa forma não perdêssemos o pique de como as coisas já estavam se encaminhando. (Acho que eu mesmo não pensaria nessa possibilidade jamais) afinal sempre enxergo o grupo como um todo, um grande relógio!! Que quando falta apenas uma das engrenagens, para de funcionar automaticamente. Mas em fim, ela estava certa, pois junto a essa sugestão, sugeriu também que nós passássemos depois somente voz e violão (ou Guitar) as músicas pra ela ir treinando (só que em local aberto – é claro). Quando tudo parecia começar a se resolver através dessa alternativa, surgem alguns pequenos problemas individuais (coisas particulares) com o Joabes. Eis que surgem mais imprevistos...

Aí sim a casa caiu!!! (Risos) Nem preciso dizer que por “grandes e longínquos” momentos (quase eternos) cheguei a acreditar que a “Maldição do Projeto 66” estava ressurgindo das cinzas. E quase, mas quase mesmo joguei tudo pro alto e chutei o pau da barraca. (É que nesse meio caminho de um mês e meio, após uma bateria de alguns exames que andei fazendo, descobri sofrer de um distúrbio psicológico popularmente denominado como “Disfunção Bipolar”). Bom, já estava com todo o Historyboard e seguimento do Rota planejado em casa, e já tinha passado mais ou menos todo esse planejamento pro grupo. O mais engraçado é que cada um sabe um ponto “X”, e com exceção do Mike e do Bil, o restante não sabe de todo esse conteúdo completo. (Risos) Explicação pra isso é o fato de que a Jacque e o Joabes possuem perfis “Empresariais” (Risos) Tem que ser agendado hora com antecedência pra marcar certos tipos de conversas e tratados. (Risos) Natural quando as pessoas possuem vários compromissos e coisas que necessitam serem resolvidas na hora em que acontecem. Depois de certas dificuldades em manter contato, consegui marcar de conversar resumidamente com o Mike, em um dia de ensaio de seu outro trabalho musical (com a Tuka Villa-Lobos).

Expliquei pra ele todo o planejamento, seguimento de propostas, eventos e participações de shows e gravações. O melhor disso foi que ele curtiu bastante toda essa "rápida explicação" (como o Bil), e ainda sugeriu alguns tópicos para complementar o andamento das idéias.

Nesse dia, tudo já estava na ponta do papel registrado e minuciosamente calculado, faltando apenas a aprovação dos outros. E foi assim que passamos para a 3ª fase do “Projeto 66”. A 1ª foi – Sua formação & Estruturação; a 2ª – Os Ensaios & Planejamentos e agora a 3ª – As Participações e Vocalistas Convidadas.

Essa foi uma situação um tanto quanto delicada, até mesmo quando surgiram as primeiras possibilidades e idéias sobre esse assunto. Pois como têm surgido várias oportunidades, propostas e convites, seria um grande desperdício e falta de aproveitamento ignorar, e simplesmente fazer como antes e “deixar pra depois”. Afinal é como aquela história que dizem, onde um raio não cai nunca no mesmo lugar por duas vezes. Pensei a princípio, aproveitando essa licença da Jacque, em convidar uma ou mais vocalistas pra nos darem essa força até o retorno da Jacque (que está previsto para o dim do ano, ou início do ano que vem). Os critérios dessa possível convidada seriam: 1º teria que ser uma pessoa conhecida (amiga), já que nesse caso será temporário; 2º preferencialmente teria que já ter uma certa experiência com música, ou banda. De duas semanas pra cá, conversando com um grande amigo meu (o Flávio do Aversão), tive que repensar todos esses fatores desde o princípio, e mudei bastante coisa até mesmo no que estava sendo exigido; afinal temos certa urgência em fazer a banda começar a andar logo (devido as circunstâncias e propostas), aproveitar os shows e eventos que tem aparecido, e também a gravação de nosso disco (que provavelmente será fundido em dois). Ele tem razão em dizer que eu preciso enxergar com os olhos de, uma forma ou de outra, estamos partindo de um quase "novo início", e que essa vocal além de convidada, fará parte do Rota também. E isso facilitou bastante, pois já temos quatro pessoas selecionadas para teste (dentre as várias que mantiveram contato, e algumas que ainda ficaram de passar resposta). As escolhidas foram as que inicialmente mostraram grande interesse no projeto. (O que me chamou bastante a atenção)

As duas primeiras, estão com presença confirmada pro ensaio da semana que vem (Domingo - 29-07), que provavelmente será ou no Estúdio da Rua 8 (408n), ou no Trampa (207n). Elas são a Aline Mariano; vocalista do grupo “Uninvited” (Cover da Alanis Morissette); que atualmente está parada, devido a saída já há um certo tempo do tecladista (e até o momento não apareceu ninguém a altura do mesmo; com a mesma sintonia e sinergia que o antigo possuía). A 2ª é a Tatiana; que quando ainda residia em São Paulo (há pouco tempo atrás), já possuía um trabalho com banda também, voltado mais pro Rock Nacional.

As outras 2 pro outro ensaio que ainda será marcado também de teste, são a Morgana (que já foi cogitada pra cantar no Rota há alguns anos atrás), e a Kelly; que apesar de ter um outro estilo, diferente ao Rock 80, topou em fazer um teste pra ver se encaixa em toda a idéia dessa nova empreitada.

Dentre o que eu havia pensado no início dessa nova fase, havia algumas idéias meio loucas, como por ex, ter mais de uma vocal no Rota; algo do tipo: durante 2 meses, seria uma, depois de um certo tempo outra... Várias coisas podem rolar daqui pra frente, não tenho muito como definir isso. Vai ser o que acontecer! O momento está propício à isso. Já foram encaminhados os convites para as participações especiais do show de estréia, e parte delas já estão confirmadas. As músicas pro nosso disco já estão listadas; juntamente como as participações convidas (pra esse disco, como o projeto do Escola).

Também durante todo esse tempo, desde o imprevisto ocorrido, foi dado início a elaboração do nosso Web Site, e já foi solicitado a confecção das blusas do grupo. Já com a arte, logo marca e texto definidos.

C.jyou


Dia 05-07 ocorreu na Galeria de Estúdios da 207 Norte (“Estúdio Trampa”), o ensaio do carismático grupo de Rock, liderado pela Grande Amiga Tuka Villa-Lobos.

Claro que eu não iria perder a oportunidade de presenciar um ensaio dela; afinal, já conhecia algumas músicas do grupo, e os caras mandam muito bem! Sem contar que Tukita é portadora de uma voz potente e rasgada; bem a cara do Rock’n’ roll mesmo. Realmente não há como negar que ela nasceu pra isso; é uma de suas grandes paixões (Se não for a maior) fazer o que faz. E olha que faz com muita qualidade e perseverança. Parece que há uma apresentação confirmada no dia 03, início do próximo mês agora. O que particularmente achei mais bacana é a sintonia entre os músicos. A Sinergia e descontração que rola antes, durante e após o ensaio. Acredito que esse seja o elemento fundamental para o sucesso e conquista pelo espaço de uma banda, ou de quem trabalha dedicadamente nessa área. Sem ter aquela coisa de “Egocentrismo”, ou mesmo “Excesso de Vaidade ou Orgulho”. Humildade acima de tudo. Cheguei ao local um pouco antes do início do ensaio, e ainda deu pra curtir algumas boas e divertidas histórias de algumas viagens feitas pelo grupo há pouco tempo atrás no Rio de Janeiro. Deu também pra colocar um pouco da vida em dia, já que devido o profundo envolvimento da Tuka nesse seu novo trabalho, estamos tendo pouco contato. Afinal ela tem que fazer o que faz de melhor: “Pôr ordem no Coreto”. (Risos)

Na decorrência dos ensaios, ela manda e desmanda mesmo! Isso é bacana, pois faz o ensaio, ou mesmo quando é o caso de ser uma apresentação, contribui com que seja tudo produtivo. Cada músico possui um tipo de visão bem interessante e atrativa, que acaba despertando grande interesse e curiosidade de ouvir uma música qualquer do início ao fim, de elementos básicos e criativos que podem ou não ser incorporados em cada música que está sendo tocada. Devido ao certo atraso ocorrido para o início do ensaio, as músicas acabaram sendo puxadas praticamente uma atrás da outra, o que também da a sutileza de uma apresentação real. O que nesse caso simplesmente seria implementado apenas algum tipo de discurso, prosa ou apresentação da porta-voz do grupo à platéia que os prestigia. Acaba gerando uma idéia de tempo de apresentação, e esse é um detalhe importante, pois assim o grupo pode modelar o que vai ou não ser tocado. Pois na maioria das vezes sempre sobra aquele tempinho extra após as músicas programadas nos ensaios, para dar uma canja ou uma palhinha de uma outra música qualquer. Seja ela Cover, ou uma surpresa de uma música própria que todos gostem.

O Set está recheado de ótimas músicas, e acredito eu que todos que virem o show irá gostar bastante: Negro Lindo; Top Top; Ovelha Negra; Boana; Boana; Biel; Liberdade (Uma excelente música; autoral); Pedras Rolantes (Autoral); Francesinha; dentre algumas outras.

Sou um grande fã da Tuka, não somente por ser uma pessoa querida de alma linda, singular e única. Portadora de um grande coração e simpatia contagiante, mas obviamente, pelo excelente trabalho que vem fazendo de três anos pra cá (aproximadamente o tempo que a conheço). Eles tocam Rock’n’roll de verdade!

Uma das coisas que me chamou a atenção (Fora a empolgação e agito natural do baixista – que por sinal manda muito bem no que faz), foi a sutileza e simplicidade dos solos e arranjos feitos pelo Guitar. Ele tem uma naturalidade nos solos que faz, uma coisa aparentemente influenciada pelo “Rockabillity”, e aquela pegada de solo do meado pro final dos anos 70. Bem a cara do mestre Hendrix.

Todos estão de parabéns pelo trabalho que estão desempenhando agora.

Ainda houve tempo no fim do ensaio para que todos pudéssemos prestigiar o “Joinha II – A Missão” (Risos), assim batizado o Corcel 1 original que o Mike (Batera) comprou recentemente de um colecionador que estava se desfazendo do carro. É bem espantoso o estado de conservação e cuidados tido pelo mesmo. Não teve como não parar pra “paquerar o carro”.

Outra coisa boa que aconteceu nesse fim de casa, foi poder ter tido a chance de acertar alguns tópicos (Talvez os principais) com o Mike, em relação ao Rota 66. Afinal, já fazia um tempinho que não nos víamos ou tínhamos contato, pois infelizmente ele anda tendo uma temporada super-puxada em seu serviço. Deu pra passar algumas coisas que estão ocorrendo em questões positivas; como: Propostas, convites; Shows; Negociações; Divulgação; Participações confirmadas e (etc); e alguns pontos negativos também. Basicamente agora falta acertar e decidir o que vai ser feito com o restante do grupo. Atualmente já temos 3 participações confirmadas para o nosso show de estréia, e gravação do disco: Tuka Villa-Lobos (Foi intimada – Risos – E ficou muito feliz com o convite); Anabelle (Grupo Lili Ava Vour – Descobri termos algo em comum fora os anos de amizade: Também ama o grupo “Escola de Escândalos”) & (...) Hum... A 3ª confirmada é uma grande surpresa que por enquanto não iremos divulgar (Tchan, Tchan, Tchan, Tchan! - Risos). Só posso dizer que é portadora de uma voz grave e única, é super-carismática, possui uma humildade exemplar, e fez parte da antiga e lendária “Turma da Colina” (Também de uma excelente banda nos anos 80). Hoje está tocando seu trabalho pra frente; que por sinal sou fã de carteirinha. Isso faz pensar um pouco não?! (Risos) As outras participações de amigos & grupos estão ainda sendo confirmadas aos poucos.


C.jyou


Blog EntryJul 6, '07 10:12 AM
for everyone

29-06 = Após a tão esperada festa do grande Casal Rock (Catilcia & Geovane) “A Festa V3”, ocorrida no dia 16-06 o qual infelizmente não pude comparecer devido fato ter ido ao Show da Plebe em comemoração ao aniversário do Lago Norte, tratar de negócios com a Srta Marielle Loyola; neste dia rolou um tipo de "Mini Sarau" no mesmo local em Luziânia. Fui convidado um dia antes ao evento, pois até então na 6ª tínhamos combinado jogar Sinuca no Barzão (504 s).

Obviamente poderia ter caído o mundo que iria de qualquer jeito! (Risos) (Não foi fácil faltar ao V3)
Que sejam movidos céus e a terra quando recebo convite pra algo organizado por estes dois os quais adoro muito ter em companhia.

Esse Mini Sarau foi bem bacana talvez até pela sua simplicidade no sentido de ter sido algo mais família; um improviso de última hora da mãe da Caty. Bastante bate-papo (Deu pra colocar a vida em dia - Risos), vinho, cerva e muito violão! (Esse é indispensável)

Já no dia seguinte (30-06), no momento em que iria embora, novamente o Geovane me convida pra ir numa comemoraçãozinha que estava sendo feita na casa do Júnior (Vocal do grupo Dona Rubina), no Valparaíso. Lá vamos nós de novo pra festa!!! (Risos) Quando chegamos ao local, já demos de cara com duas caras conhecidas, e que particularmente não via há muito tempo: Patrícia (PM) & Glauco (Ex turma do Val). Aos poucos foram chegando mais rostos conhecidos, e pouco vistos atualmente: Uirá, Sara, Caio, Rafaela, Paula. O tempo vai passando e o povo tudo mudando; a Paula mesmo quase não reconheci, e não pude perder a chance de brincar com ela ao ir cumprimenta-la, pois está bem diferente da última vez que nos esbarramos por aí.

No meio da noite aproveitei pra trocar idéia com o Júnior a respeito de Música e Banda. Havia conhecido ele na 2ª edição da festa V3, do início pro meado do ano passado. Foi aí que descobri que ele era o Vocal da banda Dona Rubina; sem contar que o cara manda bem no violão. Tocamos boas horas de músicas na festa V3.

O mais bacana é que foi bem aquela coisa de trocar figurinhas; pois trocamos e vamos indicar vários contatos pra futuras apresentações de nossas 2 bandas: O Rota 66 & Dona Rubina. Inclusive no início agora do mês de Agosto, o Dona Rubina estará participando de um evento que ocorrerá em São Paulo, resultado por terem ganho um concurso musical. Quem sabe daí não esteja nascendo um novo tipo movimento e união musical? Quem sabe daqui pra frente isso não seja o início de uma nova cadeia unida pelo simples prazer de fazer o que mais gostamos: Tocar! Pois uma idéia existente dentro do Rota 66, é mudar a idéia e visão que temos das Bandas do Plano Piloto e algumas outras localidades. Pois no Plano não se vê união ou parceria entre as bandas. Normalmente é aquela coisa de alguém organizar um evento e convidar as bandas pra participar; por pura panelinha ou processo de eliminação.

Pretendemos fazer da mesma forma que ocorre no Valparaíso e alguns setores do Entorno, que é aquela coisa Underground, mas de um jeito bem organizado. Pois as Bandas são unidas, amigas e sempre estão dispostas a ajudar umas as outras. Não tendo assim aquela luta “Pelo Espaço”, mas sim uma luta “Por Espaço”. A maioria dos eventos ocorridos no Val são organizados pelas próprias bandas; as mesmas se unem, dividem material, divulgação, aparelhagem etc. Esse espírito é o que pode mudar muita coisa; abrir muitas portas pras próprias bandas.

O Rota atualmente está em fase de análise e contatos; plantando muita semente por onde passa o seu nome. Aproveitando esse período delicado, e de leve reclusa de nossa Srta Bittencourt. Aos poucos estou vendo questões de apresentações (E já são várias as possibilidades); locais, lugares, valores (Gastos nossos, e recebimento de Cachê), etc. Boas propostas estão aparecendo, bons convites estão surgindo; se tudo continuar saindo como planejado, até o meado de Agosto muitos irão apresentar um puta evento que será o oficial show de estréia do Rota. Onde contará com a presença de Bandas amigas (Ainda sendo confirmadas), e algumas participações fenomenais (Estas ainda permanecem em segredo). O Dona Rubina & a banda Pazmmo já estão com suas presenças confirmadas nesse show de estréia do Rota 66.

C.jyou


Em um evento programado para durar 4 dias, o qual foi este em comemoração ao aniversário do Lago Norte este ano, o que podia ser esperado de uma das apresentações mais anseadas do ano? Quem foi conferiu um ótimo evento, que estava quase ao agrado de Gregos e Troinanos: Local Aberto, de Fácil Acesso, Estacionamento Amplo, Grupos dos mais variados estilos...

O evento em si, iniciou-se aproximadamente ás 16:hr, e se estendeu até 1:00 hr; sempre com muita energia e gás dos que estavam ali presentes. Dentre eles, pais e filhos; o gosto da música que foi transportada de uma geração para outra estava contagiante em todo o local. Um dos destaques da noite foi a abertura ao Show da Plebe, com a banda "Askes". Banda esta que já há muitos anos vem detonando e sempre atraindo mais e mais um público maior (que já não era pouco no início). Seu som, possui uma pegada que vai de Punk Rock ao bom e velho Rock'n'roll; chamando assim a atenção de muita gente.

"Me chamou a atenção Vê-los ali, pois tive um certo envolvimento com esse grupo, no sentido de divulgação. Até o fim do ano passado quando ainda trabalhava por Hobby  e prazer com um site cultural junto há um amigo (Bio R.), umas das bandas mais divulgadas era justamente a "Askes"; o qual acabei conhecendo através do Renato (Baixista), logo na fase inicial do Rota 66. Participaram da 2ª Coletânea que distribuíamos, e entitulávamos: "Cerrado Rock" (A mesma em que saiu 2 músicas do trabalho novo do Loro). Pena não ter conseguido cumprimentá-lo após a apresentação.

O mais impressionante, foi ver que haviam muitas pessoas que sabiam as letras já do disco novo (R ao Contrário, que teve seu lançamento no meado pro fim do ano passado, através do selo independente do Lobão). Isso mostra que a essência e força do grupo Plebeu, ainda está firme e forte, como era logo no início de suas carreiras, onde a banda era um pouco mais ativa, falando de apresentações em nossa cidade. As músicas que mais se destacaram na minha opinião, foram: O que se faz, Mil Gatos no Telhado, Mero Plebeu, Luzes, Censura e Aurora. (Só faltou "Katarina") Quem compareceu pôde conferir a participação especialíssima da vocalista do grupo Curitibano: "Cores D Flores", Marielle Loyola (Ex Vocal do Escola de Escândalos); na música "Luzes", pertencente a mesma banda. Muita gente comentou se lembrar de "como eram as apresentações do Escola", naquele tempo ao verem a Marielle no palco com a Plebe.

A Marielle comentou estar em fase final da gravação de seu novo trabalho, que atualmente está em fase de mixagem e masterização; e claro, que isso com certeza extigou a curioisade de muitos fãs. Pois todo trabalho que a Marielle participou foi espetacular, e de grande qualidade. Particularmente acho que o Cores tem mais a cara dela do que as outras bandas tiveram, com exceção do próprio Escola de Escândalos. É um tipo de Metal voltado pro melódico; suas melodias são muito bem trabalhadas, e foram bem desenvolvidas. Há músicas que ela mistura sua bela voz grave com um vocal mais agudo, e o resultado disso só poderia ser uma melodia linda e envolvente; carregada com bastante Guitarras Distorcidas, o peso do Baixo, e nervosos pedais de Bateria; principalmente pra quem é fã do estilo.

Os ensaios do Rota estão agendados, até ser passada esta fase delicada, e que necessita de alguns cuidados, e atenções especiais, o qual nossa amiga Jacque se encontra. Um plano "B" está pra ser colocado em prática a partir da semana que vem.
Muita paz, boas energias, e muita música a todos!


C.jyou
\,,/


Blog EntryJun 12, '07 6:48 PM
for everyone

Pelo jeito os ensaio estão correndo semana sim semana não. (Risos) Acho engraçado porque até parece que isso é programado. Mas fazer o quê?! Sempre na semana seguinte ao ensaio ocorre um imprevisto com alguém, o último foi comigo mesmo.

Pra compensar um pouco esse lado rolou um evento no "Espaço Galeria" (Conic) na 6ª que foi bem bacana. Uma das organizadoras desse evento foi a Jacque (Vocal do Rota). Estava bem organizado, e começou  a enxer bem aos poucos; gradualmente surgia uma turminha aqui, outra ali, quando menos foi esperado BUM! (Risos) A casa tava cheia. Rolou uma exposição de fotos do Rafael (Esqueci o sobrenome dele). Que além de um excelente profissional (As fotos estavam ótimas; perfeitas!), é um cara super gente fina; tranquilão.

Em meio a discotecagem agitada pelos diferentes Dj's que estavam lá (Que foi de Morrissey a Depeche Mode - \,,/), rolou também a exibição de alguns filmes e vídeos. O interessante também foi reencontrar muito por acaso nesse evento, gente que não via há eras! Como foi o caso do Apolo, Raquel (Conscidente amiga da Jacque), Júlia & Azamba. É sempre bom quando revemos os amigos de forma inesperada. Principalmente quando se trata de amigos que tem mais facilidade de sumir, e serem em certa parte mais difíceis de achar do que o famoso "Wally".

O evento teve início um pouco mais tarde do que o previsto, mas rolou até umas 5 hr da matina. Boa festas terminam cedo não?! (Risos) Mais cedo que isso seria tarde!! Tratei meio por alguns tópicos referentes ao Rota com a Jacque, e há coisas que aos poucos estão começando a tomar forma. Isso é bom e construtivo à todo projeto. Pegamos essa matéria prima, apresentamos pro outros integrantes, e assim a coisa vai tomando enredo.

Mas com certeza no final de semana que vem temos encontro marcado no mesmo Bat-Estúdio, na mesma Bat-hora!! E logo após o ensaio a presença está marcada no Show da Plebe e do Colina, na festa em comemoração do aniversário do Lago Norte. E não por satisfeito, ainda depois do show, terá o famoso e sempre tão esperado lual na casa do "Casal Rock" em Luziânia. Apertem os sintos, e sejamos hiperativos!!!! (Haja gás pra tanta coisa!!!)

C.jyou


Atualmente...:

 

* Jacque Bittencourt – Vocal: Entrou pra banda no primeiro contato que manteve. (Risos) Havia mandado e-mail em resposta há um anúncio antigo, que deixei em uma comunidade do Orkut. Liguei umas 2 semanas depois que vi o e-mail (Tava com a cabeça na Lua), trocamos figurinhas e acertamos um ensaio. Foi tão perfeito que não tinha como não aceita-la. Tem um grande potencial, e carrega consigo muita força de vontade pra correr atrás tocar o projeto pra frente.

 

* Bil – Baixo: Já estava cogitado pro primeiro ensaio. Possuí um gás muito grande, e bem agitado. Hoje coincidentemente também está tocando com o Aversão.

 

* Joabes – Guitar Solo: Após a apresentação que fiz com o Aversão no Via Venneto no Valparaíso em Março desse ano, havia deixado recado no Orkut propondo levar um som junto; tocar um Rock numa linha própria e com peso. Conversamos por telefone, expus o meu projeto e as idéias se bateram 100%, por serem bem similares. E como já havia rolado essa insegurança com a Natasha, após o primeiro ensaio no Rota, não teve como não ser confirmada a sua presença.

 

* Mike – Bateria: O Mike foi o que trouxe luz e andamento nesse projeto. Pois estava bem difícil achar Batera,e numa conversa com uma amiga, a Tuka Villa-Lobos, comentei estar atrás de um batera, e por acaso ela me indicou o dela próprio, que nesse dia havia ido lhe visitar. Me passou o contato dele, e no dia seguinte já liguei pra expor a idéia do grupo. A principio havia curtido e pediu material; mandei as musicas pra ele, e combinamos ensaio uma semana após o contato, que foi o tempo que imaginamos necessário para ele pegar as músicas e confirmarmos ensaio. Quando vi a sinergia entre todos no ensaio, e também que havia sido superada a expectativa de todos, fechava então o ciclo faltante para o desenvolvimento e firmamento do projeto. Surge assim definitivamente o Rota 66!

 

A Tuka inclusive foi uma das vocais cogitadas (Foi assim que nos conhecemos); só não pôde porque um mês depois começou a tocar seu trabalho musical pra frente. E hoje digo que está uma obra excelente e de grande qualidade. Resultado de todo esse esforço e dedicação que teve. As coisas são como devem ser; acontecem quando chega a hora.

 

        O resultado disso, vocês verão em breve...

 

C.jyou


As duas vezes que o nome Rota 66 foi usado em eventos oficiais, mas sem banda formada, foram: No dia 12-11-06, no Show da ASSOM na Torre de Tv (que inclusive possuo o Crachá até hoje de lembrança); onde trabalhei com a Adriane Michels na organização, e na parte de Credenciamento dos músicos. E o Show do dia 23-12-06 no Natal da ASSOM no extinto Music Station, no Píer 21. Digo eventos oficiais, porque o nome do grupo saiu nas divulgações de Flayers, E-mails e em uma coluna do Correio Brasiliense antecedentes aos eventos.

 

Uma parte da “Maldição do Projeto 66”, era que, sempre que um membro “X” comparecia à um ensaio, outro faltava. (Risos) Nunca estavam completos esses ensaios.

 

Recentemente, do início pro meio do ano que o Rota veio a se firmar. Agora digo com toda certeza que todo esse processo, desde o surgimento da idéia, na verdade me serviu para amadurecimento pessoal e extintivo, falando assim de trabalho musical. Pois levar um projeto assim pra frente, sempre exigiu muito mais do que eu imaginava, ou mesmo esperava. Acho que todos esses “certos furos” com os integrantes já cogitados no passado, serviram pra me mostrar o quão é importante acreditarmos naquilo que pretendemos fazer; seja isso o que quer que você planeje para o seu futuro. É como o Loro e a Jacque (Vocal/Rota 66) me disseram: “Não vale a pena abrir mão de um sonho, de algo que se gosta de fazer por causa de outras pessoas. Principalmente gente que não vale o mínimo a pena nem dar atenção”

 

        E hoje em dia vejo isso de forma mais clara do que nunca! Afinal, quando encontrei estes, que se tornaram novos grandes amigos, essa grande e nova família, de cara soube que eram as pessoas certas. Rola uma sinergia de outro mundo nos ensaios; uma sintonia sem igual. Isso é o que mais me chama a atenção! Um pega a idéia do outro quase que imediatamente, já desenvolve em cima. (...) As vezes vamos ensaiar uma música, e parece que já tocamos ela juntos, há anos! É um grande barato estar junto dessa turma.

 

        Vou citar aqui todas as formações já ocorridas nesse projeto, e algumas observações:

 

(2004)

 

* Marcelo Bufáiçal - Guitar Solo

* Marcelo Bali - Bateria

* Káka – Baixo

* Catilcia Gerald - Guitar (Foi cogitada; mas na época não estava mais envolvida com música no sentido de tocar)

 

* Marcelo Bufáiçal - Guitar Solo (Cogitado; não pôde participar pois teve que ir pros EUA)

* Marcelo Bali – Bateria (Acabou se envolvendo com outros trabalhos com a saída do Bufáiçal)

* Káka - Baixo

* Caroline Araújo (Anne Reaven) – Vocal (Se propôs a ajudar até arrumar uma vocal; não curtia Rock Nacional)

 

(2005)

 

* Déborah Babilônia – Vocal (Não chegou a comparecer; estava envolvida com um projeto alternativo de filmagem)

* Káka - Baixo

* Evinny - Vocal (Não Pôde levar a idéia adiante devido a faculdade de Jornalismo que estava fazendo)

* Alexandre - Bateria

 

* Káka - Baixo

* Marina Barthólo - Guitar Solo (Teve que adiar o projeto, pois havia ido fazer intercâmbio no Canadá)

* Alexandre - Bateria

 

* Amanda – Vocal (Acabou saindo devido as inconstâncias de integrantes, em faltar)

* Alexandre – Bateria (Participou de um ensaio; saiu por inconstâncias de integrantes, em faltar)

 

* Káka – Baixo (Chegou a participar do meu projeto de gravar as músicas do Aversão no início de 2006, mas teve que sair no meio do caminho devido há uma proposta que havia recebido em sua área de jornalismo em SP)

 

* Fernanda – Vocal (Participou de um ensaio; não cantava Rock Nacional)

* PC – Bateria

* Pedro – Guitar Solo (Também participou de um ensaio; era o namorado da Fernanda)

* Catilcia Geraldi - Guitar (Foi cogitada a tocar, mas não estava mais envolvida com música)

 

* Gizza – Vocal

* Marcelo Seabra - Guitar / Solo

* Priscilla Madalena – Baixo (Nunca compareceu aos ensaios apesar de confirma-los)

* PC – Bateria

 

* Gizza – Vocal (Não pôde dar seqüência ao projeto, pois estava indo pro RJ com sua banda; seu já antigo trabalho pessoal)

* Marcelo Seabra - Guitar / Solo - (Participou de 2 ensaios; depois que outros membros começaram a furar ele saiu. Conscindiu com sua temporada no RJ nesse mesmo período)

* Evinny – Baixo / Vocal (Foi cogitada a participar novamente do projeto, mas acabou não dando certo devido a sua faculdade de Jornalismo que lhe tomava bastante o tempo)

* PC - Bateria

 

(2006)

 

* Amanda – Vocal (Foi convidada novamente; voltou a participar do Rota, mas devido as inconstâncias de integrantes, saiu um pouco antes do acidente de carro de sua mãe)

* PC – Bateria (Faltou no primeiro ensaio da nova formação)

* Octávio – Baixo (Pelo fato do PC ter faltado nesse dia, e o Ítalo que era dono do estúdio ter tocado Batera, não achou que o projeto fosse sério e caiu fora depois do ensaio)

* Alexandre - Guitar / Solo (Não foi nesse primeiro ensaio)

 

* Alexandre - Guitar / Solo

* Marina Falcão – Vocal (Não pôde levar a idéia pra frente devido ao imprevisto de ter tido que se dedicar o dobro em seu trabalho)

* Henrique – Baixo (Faltou no primeiro ensaio da nova formação)

* PC - Bateria

 

* Ana Brown - Vocal

* PC – Bateria (Faltou no primeiro ensaio da nova formação)

* Henrique – Baixo (Pelo fato do PC ter faltado nesse dia, participou de um ensaio; não achou que o projeto fosse sério e caiu fora depois do ensaio)

* Alexandre - Guitar / Solo (Pelo fato do PC ter faltado nesse dia, participou desse ensaio e também não achou que o projeto fosse sério e caiu fora depois desse ensaio)

 

(2006/07)

 

* Adriane Michels – Bateria

* Ana Brown - Vocal

* Alexandre - Guitar / Solo (Se propôs a ajudar por um tempo até arrumar um Guitar Solo.)

 

(2007)

* Adriane Michels – Bateria (Chegamos a passar algumas músicas juntos; não chegou a participar de ensaio. Estava dedicada aos estudos e cursinho pra concurso)

* Ana Brown – Vocal (Depois da apresentação do Landscape no lançamento de seu trabalho solo, acabou sumindo. Posteriormente vim a saber que ela estava envolvida com outros projetos)

* Thiago - Guitar Solo (Não chegou a participar de ensaio, foi cogitado pela Adriane; confirmou sua participação. Já possuíam um trabalho juntos)

 

* Natasha - Guitar Solo (Não curtia vocal feminino; passou certa insegurança por este motivo. Acabei perdendo contato após um tempo)

* Alice Bandeira – Vocal (Devido a dificuldade em conseguir achar Batera, acabou se dedicando a outro projeto. Se propôs a tentar levar os dois trabalhos se achássemos a idéia interessante.)

* Pedro – Bateria (Já tinha um trabalho com outra banda, e a mesma havia sido sorteada pra participar de um concurso de bandas em outro estado, que seria exibido em programa televisivo e tudo. Saiu por este motivo)

* Bil - Baixo


Esse projeto tem a fama engraçada de ter tido milhões de “pré-formações, indicações e gente que nunca apareceu aos ensaios” (Risos), só tinha formalidade por telefone mesmo. Digo formalidade pelo fato de que sempre diziam querer levar a idéia pra frente e confirmavam sempre os ensaios; Cito, confirmando no próprio dia, pois sempre ligava pela manhã pra ver se realmente estava certo a presença e tudo o mais. Mas ainda assim houve gente que nunca apareceu em nenhum dos ensaios. Comecei a achar isso muito engraçado, e acabei levantando 3 teorias dentro do desenvolvimento de um trabalho musical:

1º- É muito difícil achar menina pra fazer um trabalho sério; ´é incrível, mas eu e um amigo (Fábio – Bio Rose), tivemos essa opinião simultaneamente. Não é generalizando, claro, mas é mais difícil achar uma menina responsável que assuma um compromisso sério nessa questão musical;

 

2º - Ou essas formações “mal-sucedidas” eram o sinal de que o projeto seria um grande sucesso; ou 3º - era um aviso de que a idéia era um grande fracasso! (Risos)

 

        Em um 2º encontro com o Loro na 408n, a primeira coisa que ele me perguntou foi: “Já ta tocando? E a banda como anda?”. Eu disse: “Olha, tenho seguido teu conselho, seu puxão de orelha, mas ta difícil... Mas não desisto fácil não”. Ele disse: “É assim mesmo, um novo começo sempre rola essa coisa batalhadora de firmar os pés no chão e começar a andar por conta própria. Isso também pode ser um sinal de que coisas boas estão reservadas num futuro.” Durante toda a noite em que conversamos, bebemos, tocamos violão, vira-volta ela continuava pilhando pra eu não deixar isso quieto, não desistir do projeto. Isso me animava muito, pois era alguém do qual sou fã até hoje, que estava me dando esse tipo de incentivo. Não teria como descrever a empolgação que isso me dava né?! (Risos)

 

        Nesse mesmo tempo, aos poucos começavam a nascer trabalhos, parcerias e participações com outros músicos. Sempre em ocasiões distintas, ou surgiam convites pra participar de um show, ou evento de algum amigo ou algo do tipo; até por indicação eu acabava tocando com alguém. 2 destaques foram: A participação de um ensaio que o Fábio me convidou pra dar uma força na questão de seleção de seus integrantes. Onde eu avaliaria a posição, postura e atitude de cada um, já por ter uma certa experiência nessa questão de banda e como conselho de amigo também. (O cara me fez tocar Guns’n’roses – Nunca tinha feito isso antes – Risos) No fim ainda acabei dando uma palha cantando “Que País é Esse da Legião”. Outro que achei muito bacana foi a apresentação do Landscape com a Ana Brown no final do ano passado. Ela que por sinal foi uma das vocalistas do Rota. Nessa apresentação, ela tava sem banda (era de seu projeto próprio, e que já possuí há alguns anos), daí me convidou pra tocar baixo, ela cantava e fazia guitar solo, O Iann Andrews levou a batera em 2 músicas, e seu pai, o Leander Mota (Ex Unidade Móvel) tocou o restante.

 

        Do meado pro fim de 2006, uma amiga que tenho do Rio, a Mayra Loey (Produtora Musical) estava ajudando o Loro a escolher um nome pro seu grupo, que até então era “Loro Jones e Banda do Além”. Pensando no tipo de pessoa que o Loro era, e seu estilo (incluindo o de vida; essa coisa de Rock e responsabilidade), fiz a sugestão do nome “Rota 66”. Achei que era bem a cara dele até por conhecê-lo. Só que o que eu ainda não sabia, era que esse nome teria tudo a ver com o meu projeto. (Risos) Ele curtiu bastante o nome, só que de forma que soou bem engraçado, é que ele resolveu no fim das contas deixar somente: “Loro Jones”! (Risos) Acho que pra casos como o dele é até melhor e combina mais. Pois já carrega um grande nome desde os tempos de Capital e tudo. Foi aí que comecei a pensar em um nome pro meu grupo. Pois por incrível que pareça, nome de banda era a última coisa que eu pensava a me preocupar. Afinal tinha a idéia de que seria algo feito democraticamente e tal; um processo mútuo, como penso funcionar uma banda. Por um tempo, sempre que me referia ao projeto, dizia ser: Projeto 80, depois veio o Projeto 66, e depois que recebi a resposta da seleção de nomes do Loro, decidi então firmar com o que eu mesmo havia sugerido a ele: “Rota 66”. O nome encaixou tão bem com a idéia que fiquei me perguntando durante meses o “por quê” que não havia definido ele antes. Eu mesmo não sei dizer até hoje; talvez tenha sido mera distração.

 

O Rota ainda passava por este processo de "Pré-formações" até chegar as pessoas certas.


Pages:12
© 2012 Multiply · English · About · Blog · Terms · Privacy · Corporate · Advertise · API · Help · Sitemap

Template design - Copyright © 2005 Sam Royama All rights reserved.